- A ANS defende a obrigatoriedade da cobertura de mamografia digital pelos planos de saúde, para todos os gêneros e idades com indicação médica.
- Atualmente, o exame é restrito a mulheres de 40 a 69 anos, com indicação do médico para rastreio do câncer de mama.
- A proposta está em consulta pública e aguarda análise e aprovação pelos órgãos competentes.
- Dados do Inca apontam que o câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres no Brasil, com cerca de 66 mil novos casos estimados para 2026.
- A mamografia digital oferece maior sensibilidade, menor exposição à radiação e facilita o armazenamento e o acompanhamento das imagens, visando diagnóstico precoce.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) defende a obrigatoriedade da cobertura de mamografia digital pelos planos de saúde, para todos os gêneros e idades com indicação médica. A proposta ainda está em consulta pública e aguardando análise das autoridades competentes.
Atualmente, a cobertura é restrita a mulheres de 40 a 69 anos, com indicação do médico para rastreio do câncer de mama. A mudança visa ampliar o acesso ao exame preventivo, independentemente do gênero.
A mamografia digital facilita o diagnóstico, oferecendo maior sensibilidade, menor exposição de radiação e armazenamento digital das imagens, o que facilita o acompanhamento clínico ao longo do tempo.
A medida também ampliaria a cobertura para pessoas com histórico familiar de câncer de mama ou fatores de risco, desde que haja indicação médica. A iniciativa busca promover detecção precoce e redução da mortalidade.
Segundo o Inca, o câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil, com cerca de 66 mil novos casos estimados para 2026. A mamografia continua sendo o exame mais eficaz para detecção precoce.
A ANS reforça que a proposta visa ampliar o acesso ao exame de mamografia digital de forma igualitária, contribuindo para a prevenção e o diagnóstico precoce em todo o país.
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