- A prefeitura de São Paulo lançou o app Smart Sampa Cidadão para a população denunciar veículos furtados, roubados ou com placas adulteradas, com denúncia anônima.
- O usuário fotografa a placa e a tecnologia verifica informações nas bases policiais; se houver irregularidade, uma equipe técnica valida e a Guarda Civil Metropolitana realiza a apreensão.
- o app integra o Smart Sampa, já com leitura de placas e reconhecimento facial; a meta é chegar a oitenta a noventa mil câmeras conectadas ainda neste ano.
- Em testes, houve falhas na leitura de placas durante a demonstração; a prefeitura afirma que o app passa pela LGPD e não identifica suspeitos nem utiliza reconhecimento facial de pessoas via app.
- Também foi anunciado um helicóptero do Smart Sampa para apoio a buscas, com custo de aluguel de R$ 2 milhões por mês; operação prevista em quatro horas diárias, sem compra da aeronave neste momento.
A Prefeitura de São Paulo lançou um novo app para a população denunciar veículos furtados, roubados ou com placas adulteradas. O recurso integra o projeto Smart Sampa, que também envolve um helicóptero da mesma iniciativa.
O funcionamento é simples: o morador fotografa a placa pelo app, que cruza dados com bases policiais. Se constata irregularidade, a equipe técnica valida e a Guarda Civil Metropolitana vai ao local para a apreensão.
O Smart Sampa já registra números expressivos desde 2024: 3.275 foragidos capturados e 5.802 prisões em flagrante. Além disso, 3.081 ocorrências com veículos foram identificadas e 229 pessoas localizadas.
O município afirma que o aplicativo não faz reconhecimento facial de suspeitos e não identifica pessoas. A denúncia é anônima, e o app atende à LGPD para preservar a privacidade dos usuários. O objetivo é ampliar a atuação policial.
Nunes reafirmou que o app não será utilizado para fiscalizar rodízio ou IPVA. A Prefeitura ressalta que o lançamento ocorreu dentro do contrato do Smart Sampa, sem custos adicionais.
Helicóptero e metas do Smart Sampa
Nesta linha, o prefeito anunciou a operação de um helicóptero com câmera de 40 cm, capaz de reconhecimento de placas a 40 km. O aluguel da aeronave, já com equipamento, custa R$ 2 milhões por mês.
A administração planeja testar a viabilidade técnica e financeira, com uso previsto de quatro horas diárias conforme demanda policial. A compra ainda não está prevista.
A ideia é usar o helicóptero para localizar suspeitos, acompanhar ocorrências e apoiar ações conjuntas. O sistema oferece visão térmica e infravermelha para operações noturnas e também pode auxiliar no monitoramento de incêndios ou desmatamentos.
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