- Cícero Marcos Silva de Souza, conhecido como “Caveira”, foi preso durante operação da Polícia Civil contra a Sintonia Final do PCC na zona Leste de São Paulo.
- Ele é apontado como responsável pela logística de armas e drogas do PCC na região e já possuía passagem por crimes patrimoniais, tráfico e associação para o tráfico.
- Em 2019, Caveira foi preso no Paraguai com duas toneladas de maconha, armas e granada; em 2020 teria liderado uma fuga em massa de uma prisão em Pedro Juan Caballero.
- A operação mira a Sintonia Final da Leste, com 21 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Atibaia, região metropolitana e Itanhaém, além de mandados de prisão.
- Os alvos respondem por organização criminosa, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro; a ação é conduzida pelo Deic, com apoio da 6ª Delegacia da Disccpat.
Cícero Marcos Silva de Souza, conhecido como Caveira, foi preso durante operação da Polícia Civil contra a Sintonia Final do PCC na zona Leste de São Paulo. A ação ocorreu na manhã desta terça-feira, 23, com foco na cadeia logística de armas e drogas da facção.
Segundo a polícia, Caveira seria o comandante da facção na região e responde por crimes de responsabilidade patrimonial, tráfico e associação para tráfico. Ele já tem passagens por outros delitos e possui histórico de atuação regional.
No Paraguai, o suspeito foi preso em 2019 durante a apreensão de duas toneladas de maconha, armas e granadas. Em 2020, liderou uma fuga em massa em Pedro Juan Caballero, beneficiando integrantes da facção paulista.
Sintonia Final do PCC
A Sintonia Final do PCC é uma das principais estruturas da organização, encarregada de decisões estratégicas. O grupo atua no tráfico de armas e drogas, com ramificações no Paraguai e movimentação de fluxos financeiros ilícitos.
Como ocorreu a operação
A operação da Deic envolve 28 equipes especializadas, coordenadas pela 6ª Delegacia da Disccpat. São cumpridos 21 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Atibaia, região metropolitana e Itanhaém, no litoral. Dois presos são apontados como operadores-chave.
Envolvidos e alvos
Além de Caveira, outro preso é considerado articulador entre a zona Leste e a Baixada Santista, com antecedentes por roubo e tráfico de drogas. Os alvos respondem por organização criminosa, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e lavagem de capitais.
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