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Dia Mundial da Prevenção de Quedas aponta atitudes simples para a terceira idade

Especialistas destacam que quedas em idosos costumam ter sinais antes; prevenção depende de exercícios, hidratação e ajustes em casa para manter autonomia

Quedas não são inevitáveis: são, em grande parte, preveníveis.
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  • No Dia Mundial da Prevenção de Quedas, especialistas dizem que quedas costumam ter sinais prévios e não acontecem do nada.
  • Exercício é central: fortalecer músculos, melhorar equilíbrio e coordenação ajuda a prevenir quedas; orientação de fisioterapeutas ou educadores físicos é recomendada.
  • Alimentação e hidratação adequadas também ajudam, pois a desidratação pode provocar tontura e sensação de instabilidade.
  • A maioria das quedas ocorre dentro de casa, especialmente no quarto e no banheiro; melhorias como boa iluminação, organização do espaço, retirada de obstáculos e barras de apoio ajudam.
  • Mesmo com prevenção, quedas podem ocorrer; serviços de teleassistência têm sido usados para resposta rápida e manter a autonomia.

O Dia Mundial da Prevenção de Quedas lembra que quedas não costumam acontecer do nada. Sinais no corpo, como menor equilíbrio, tonturas ou dificuldade para levantar, frequentemente surgem antes do acidente e passam despercebidos no dia a dia.

Especialistas reforçam que o movimento é o eixo da prevenção. Atividade física regular fortalece músculos, melhora equilíbrio e aumenta a confiança para as tarefas diárias, reduzindo o risco de quedas na terceira idade.

Para manter a saúde, a orientação é buscar orientação profissional para adaptar exercícios a cada perfil. Além disso, hábitos simples ajudam: ingestão de água ao longo do dia e alimentação equilibrada evitam fraqueza e desvio de equilíbrio.

A importância do movimento

Exercícios voltados a força, equilíbrio e coordenação são considerados as ferramentas mais eficazes na prevenção de quedas. Profissionais destacam que o treino adequado protege a independência do idoso.

A prática orientada por fisioterapeutas ou educadores físicos permite adaptações que respeitam limites individuais. A cada sessão, a segurança é construída gradualmente, fortalecendo a confiança para atividades diárias.

Com o tempo, a atividade física ajuda a manter a mobilidade e reduz o medo de cair, que, por sua vez, pode desencorajar o movimento. A ideia é manter o corpo ativo sem exageros.

Segurança dentro de casa

A maior parte das quedas ocorre em ambientes domésticos, especialmente em quartos e banheiros. Falta de iluminação, tapetes soltos, fios e pisos escorregadios são fatores comuns.

Ajustes simples podem fazer a diferença: melhorar a iluminação, reorganizar móveis e instalar barras de apoio. Barreiras técnicas ajudam a circular com mais segurança.

Segundo dados da TeleHelp, o quarto é o ambiente mais associado às quedas, seguido pelo banheiro. Pequenos remendos na casa reduzem riscos sem limitar a mobilidade.

Apoio e continuidade

Mesmo com medidas preventivas, quedas podem acontecer. Nesses casos, serviços de teleassistência vêm ganhando espaço como apoio imediato em situações de emergência.

Para quem vive sozinho, o recurso oferece resposta rápida e orientação, ajudando a minimizar consequências. A prevenção, porém, permanece como prioridade para manter autonomia.

Em síntese, evitar quedas passa por reconhecer sinais precoces, manter o corpo ativo e adaptar o ambiente domiciliar. O objetivo é manter a independência com mais segurança e qualidade de vida.

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