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Mãe da menina morta após tiro no rosto fala pela primeira vez

Mãe de Eduarda dos Santos Bastos desabafa após invasão que tirou a vida da menina; investigação mira autores e motivação pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF)

Mãe da menina Eduarda comoveu ao falar
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  • A mãe de Eduarda dos Santos Bastos contou, pela primeira vez, o que houve após cinco homens invadirem a residência em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro.
  • Eduarda, de sete anos, foi atingida no rosto e levada ao Hospital Geral de Nova Iguaçu, onde acabou não resistindo após uma parada cardiorrespiratória.
  • O ataque ocorreu por volta das quatro horas e cinquenta minutos da madrugada de segunda-feira (22); vizinhos disseram ter ouvido cerca de quinze minutos de tiroteios.
  • Segundo a mãe, os homens teriam ido atrás do pai da menina, Leandro Abreu, mas ele teria saído para pedir ajuda; eles teriam dito ter atingido a pessoa errada.
  • A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o caso para identificar e prender os autores e entender a motivação. Os pais de Eduarda prestaram depoimento.

A mãe da menina Eduarda dos Santos Bastos falou pela primeira vez após a morte da filha, ocorrida na madrugada desta segunda-feira. Eduarda foi atingida por tiros durante a invasão de casa feita por cinco homens em Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. A criança foi levada ao Hospital Geral da cidade ainda com vida, mas não resistiu após sofrer parada cardiorrespiratória no local.

Segundo a mãe, Thais Iolanda, os criminosos invadiram a residência pelos fundos por volta das 4h50. Ela ouviu um forte barulho na porta e, em seguida, houve cerca de 15 minutos de tiros. Os suspeitos teriam ido primeiro a um quarto, atirando, depois a outro, e, por fim, ao closet, onde Eduarda estava. Os autores procuravam o pai da menina, Leandro Abreu, que teria saído para pedir ajuda.

Eduarda tinha sete anos. A família reside em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Após o ataque, os cinco homens fugiram pelos fundos da casa. A mãe afirmou que ouviu os criminosos dizerem que atingiram a pessoa errada. Thais pediu justiça e que os responsáveis sejam presos.

Investigação e desdobramentos

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) investiga o caso, com o objetivo de identificar e prender os autores e esclarecer a motivação do crime. Os pais de Eduarda estiveram na delegacia nesta segunda-feira para prestar depoimento.

A mãe relatou à RecordTV que pediu que Eduarda se escondesse no closet quando os homens arrombaram a casa. Ela descreveu a invasão como “eles chegando dizendo que eram da polícia” e afirmou que a menina se abrigou entre as roupas antes de ser atingida. A investigação continua para confirmar detalhes do ocorrido e a participação de outras pessoas.

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