- A Polícia Federal prendeu, em flagrante, um homem de 22 anos durante operação em São Francisco, no Norte de Minas, nesta terça-feira (23/6).
- Foi apreendido celular com aproximadamente 1.600 arquivos suspeitos de conter cenas de abuso sexual infantojuvenil; conteúdo será analisado pela perícia criminal.
- A investigação indicou que, em fevereiro, havia 139 arquivos vinculados ao suspeito armazenados em servidores de armazenamento on-line.
- A ação teve autorização da Justiça e envolve a apuração de origem dos arquivos e possível participação de outras pessoas.
- O crime enquadrado é o armazenamento de material com abuso sexual de crianças e adolescentes, conforme o artigo 241-B do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com pena prevista de um a quatro anos de reclusão mais multa.
A Polícia Federal prendeu, nesta terça-feira (23/6), um homem de 22 anos em São Francisco, no Norte de Minas, durante operação para combater o armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil. A ação ocorreu na zona rural do município.
Durante a operação, foi apreendido um celular e outros materiais que serão encaminhados à perícia criminal para análise. A investigação aponta que o suspeito armazenava conteúdo ilícito em serviços de armazenamento on-line.
A PF informou que, em fevereiro, já haviam sido identificados 139 arquivos vinculados ao investigado. A ação foi autorizada pela Justiça e cumprida nesta terça-feira, após apuração inicial.
Detalhes da operação
No celular do suspeito, os agentes encontraram aproximadamente 1.600 arquivos considerados suspeitos de abuso infantil. Entre as imagens e vídeos apreendidos, há material que pode conter cenas de abuso envolvendo crianças e adolescentes.
Todo o material recolhido será analisado pela perícia para confirmar a natureza dos arquivos e orientar as investigações. As diligências visam ainda identificar a origem dos conteúdos e possíveis outras pessoas envolvidas.
Segundo o que apurado até o momento, a conduta pode enquadrar-se no art 241-B do ECA, que trata do armazenamento de material com cenas de abuso sexual infantojuvenil, com pena prevista de 1 a 4 anos de reclusão, além de multa. As autoridades seguem apurando a participação de terceiros.
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