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Yearbook 2026 aponta novas formas de morar e a casa do futuro

Yearbook 2026 da Casa Vogue aponta novas formas de morar, destacando espaços compartilhados e o papel social da arquitetura frente transformações digitais e ambientais

Como será a casa do futuro? Yearbook 2026 traz reflexões sobre novas formas de morar
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  • Yearbook 2026 da Casa Vogue traz reflexões sobre novos caminhos de morar e o papel da arquitetura e do design no futuro.
  • A edição reúne 135 páginas sobre o presente da arquitetura nacional e outras 73 páginas com perspectivas futuras.
  • Destacam-se o projeto Jabuticaba, em São Paulo, considerado o “prédio das amigas”, e uma entrevista com a pesquisadora Andrea Bisker sobre o papel dos arquitetos como “alquimistas sociais”.
  • A casa de Arthur Casas, uma residência de 1,3 mil m² no interior de São Paulo, é apresentada como exemplo de leitura cuidadosa do terreno.
  • A matéria também cobre a Semana de Design de Milão 2026, com críticas ao momento atual e discussões sobre o que pode orientar o futuro da casa.

O Yearbook 2026 da Casa Vogue apresenta uma leitura sobre as novas formas de morar no Brasil, reunindo trabalhos de arquitetos consagrados e nomes emergentes. O projeto celebra a prática do planejamento e a visão de futuro na arquitetura e no design.

A edição, já na 35ª edição, reúne mais de 100 páginas com residências, apartamentos e espaços comerciais. Entre os nomes presentes estão João Armentano, Fabio Morozini e Arthur Casas, ao lado de talentos em ascensão como Felipe Hess, Nildo José e Marina Salles.

O lançamento ocorre no contexto de um ano dedicado à reflexão sobre o presente da construção civil e as expectativas para o amanhã. O foco é entender como as transformações digitais, ambientais e geopolíticas influenciam os hábitos de morar.

Entre as 135 páginas, o especial evidencia o que já está consolidado na arquitetura nacional, ao mesmo tempo em que propõe questões sobre o futuro. O texto aborda como as casas podem se tornar espaços de convivência e encontro.

A reportagem interna destaca o edifício Jabuticaba, em São Paulo, descrito como o “prédio das amigas” devido à atuação de uma comunidade de moradores. A leitura é apresentada pela jornalista Lúcia Gurovitz.

Outra matéria, em entrevista com Andrea Bisker, analisa o papel dos arquitetos como agentes de transformação social. Ela aponta que projetistas podem atuar como alquimistas sociais, promovendo convivência em vez de isolamento.

A equipe também comenta a cobertura da Semana de Design de Milão 2026. O material traz impressões sobre o que foi visto no evento e ressalta a percepção de que o momento atual exige novas leituras sobre o futuro da casa.

Conduzidas por Adriana Frattini e Filippo Bamberghi, as fotografias reforçam a leitura de que Milão, no momento, não representa apenas estética, mas também agendas para repensar o morar. O objetivo é dialogar com o presente.

Ao final, o editorial reforça a ideia de que o futuro da habitação se constrói com projetos atuais e contínuos. A mensagem é de continuidade e inovação, sem pretensão de conclusões definitivas, apenas possibilidades.

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