- O mercado brasileiro de produtos médicos cresce, com alta anual de 11,5%, ampliando volumes em clínicas, consultórios e atendimento domiciliar.
- A conservação inadequada pode comprometer a eficácia, a segurança e a conformidade com normas, sob responsabilidade da Anvisa ao longo de toda a cadeia.
- Erros comuns incluem falhas no controle de temperatura e umidade, exposição à luz, armazenamento sem monitoramento ambiental e falta de organização de estoques.
- Insumos sensíveis, como materiais estéreis e reagentes, exigem ainda mais rigor, incluindo preservação da embalagem e prevenção de contaminações e oscilações de temperatura.
- Boas práticas envolvem monitorar condições ambientais, registrar prazos de validade, adotar POPs e capacitar equipes, com farmacêutico responsável técnico garantindo a qualidade e segurança.
O mercado brasileiro de produtos médicos está em expansão, com crescimento anual de 11,5% em 2025, segundo a ABIIS. Medicamentos e insumos circulam cada vez mais em clínicas, consultórios e atendimento domiciliar, aumentando a necessidade de armazenamento adequado.
A conservação inadequada pode comprometer a eficácia, a segurança do paciente e a conformidade com normas. A Anvisa é responsável por definir os critérios que regem armazenamento ao longo de toda a cadeia, do fabricante ao local de uso.
Kátia Paula de Geus Zardo, farmacêutica técnica da Magazine Médica, destaca que o ambiente digital ampliou o alcance comercial, exigindo controle rigoroso sobre fornecedores, armazenagem, transporte e documentação.
Os erros mais comuns envolvem temperatura e umidade inadequadas, exposição à luz e falta de monitoramento ambiental. A falta de organização de estoques também aumenta o risco para o tratamento.
Insumos sensíveis, como materiais estéreis e reagentes, requerem armazenamento com ainda mais rigor. A integridade das embalagens e a prevenção de contaminações são determinantes para manter a esterilidade.
Boas práticas e conformidade regulatória passam pela gestão completa dos processos. É essencial capacitar equipes, comprar somente de fornecedores regularizados e manter a documentação atualizada.
O monitoramento das condições ambientais e o controle de prazos de validade devem ser registrados. Procedimentos operacionais padronizados ajudam a executar cada etapa de forma segura e consistente.
Para garantir qualidade, o farmacêutico responsável técnico atua como agente essencial, assegurando que os produtos cheguem ao usuário final preservados e aptos para uso terapêutico.
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