- João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva foi apontado como quem retirou a câmera acoplada ao braço de Maria Eduarda pouco após a queda; não há confirmação sobre o estado de saúde dela naquele momento.
- Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, caiu de 27 metros da ponte do Esqueleto, em Limeira, durante prática de rope jump, após os instrutores não prenderem a corda.
- A câmera que Maria Eduarda segurava não foi encontrada junto ao corpo; imagens de testemunhas mostravam o momento em que ela gravava o salto.
- Seis pessoas foram detidas até agora: três instrutores presos no dia do acidente e mais três, incluindo João Antônio, Gabriel Barros Martins e Evelyne dos Santos Gonçalves, capturadas recentemente; prisões temporárias podem ser estendidas por mais 30 dias.
- A investigação aponta indícios de apagamento de materiais digitais relevantes; a câmera ainda não foi localizada, e a Justiça autorizou buscas e apreensão para esclarecer os fatos.
Foi revelado quem tirou a câmera da jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, após o salto sem corda na ponte do Esqueleto, em Limeira (SP). O episódio ocorreu durante evento organizado por uma empresa clandestina, há dez dias.
Maria Eduarda, de 21 anos, caiu de 27 metros sem proteção após os instrutores esquecerem a corda. Ela faleceu no local, mas resistiu por alguns minutos antes de partir, conforme relatos da equipe de atendimento.
A câmera acoplada ao braço da vítima não foi encontrada no corpo. Investigações apontam que João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva retirou o equipamento pouco após a queda, segundo a polícia.
Avanços e detidos
Seis pessoas já foram detidas no caso. No dia do salto, três instrutores foram presos: Maicon Fernandes Cintra, 42 anos; Luis Felipe Feliciano Egoroff, 32; e Vitor de Freitas Gonçalves, 27. Eles negam participação na retirada da câmera.
No último fim de semana, foram detidos João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, Gabriel Barros Martins e Evelyne dos Santos Gonçalves. A Justiça decretou prisões temporárias por cinco dias, com pedido de aumento para 30 dias para conclusão do inquérito.
A Secretaria de Segurança Pública informou cumprimentos de mandados de busca e apreensão em endereços dos investigados, com apreensão de celulares e equipamentos. Indícios apontam que materiais digitais relevantes podem ter sido apagados.
A câmera é considerada essencial para esclarecer o salto, pois permitiria verificar se houve alerta sobre a ausência de corda, entre outras evidências. Até o momento, o dispositivo ainda não foi localizado.
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