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Investigadas por morte de ciclista dizem não saber da área para bicicletas

Investigadas por homicídio culposo, amigas dizem não saber que estavam em ciclofaixa exclusiva para bicicletas no Boqueirão, após colisão com ciclista

Foto: Reprodução / Porto Alegre 24 horas
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  • Duas amigas investigadas por homicídio culposo pela morte do ciclista Cleocir Jorge dos Santos, de 54 anos, prestaram novo depoimento à Polícia Civil em Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.
  • Elas afirmaram não saber que a ciclofaixa onde estavam era exclusiva para bicicletas e que houve contato entre uma delas e o ciclista antes do acidente.
  • As imagens registradas momentos antes mostram as mulheres na ciclofaixa tirando fotos, o que, segundo a investigação, coincidiu com a colisão que derrubou Cleocir na pista.
  • As investigadas disseram que o ciclista não teria emitido sinal sonoro ou tentado desviar; disseram ter acionado o Samu e prestado assistência no local.
  • A Polícia Civil ainda ouvirá duas testemunhas e aguarda o laudo do Instituto-Geral de Perícias para esclarecer a dinâmica do acidente. O caso ocorreu na Avenida Brasil Oeste, no Boqueirão, em Passo Fundo.

As investigadas pela morte do ciclista Cleocir Jorge dos Santos, 54 anos, prestaram novo depoimento à Polícia Civil de Passo Fundo, no Norte do Rio Grande do Sul, nesta segunda-feira (22). Elas seguem sob investigação por homicídio culposo.

Conforme registro policial, as amigas afirmaram não saber que a ciclofaixa onde ocorreu o acidente era destinada apenas à circulação de bicicletas. O depoimento ocorreu após imagens mostrarem as duas paradas na ciclofaixa, momentos antes da colisão.

O acidente aconteceu no início do mês, na Avenida Brasil Oeste, no bairro Boqueirão. Cleocir trafegava pela faixa dedicada aos ciclistas quando atingido pelas duas caminhantes, que tiravam fotos no local.

Segundo a polícia, houve contato entre uma das investigadas e o ciclista. As mulheres disseram que o ciclista não emitiu sinal sonoro ao se aproximar e não teria tentado desviar, o que está sendo apurado.

Ainda conforme a investigação, as amigas informaram que acionaram o Samu após o atropelamento e permaneceram no local para prestar assistência. Ambas seguem sob investigação, sem cadeia de custódia definida.

A Polícia Civil aguarda o laudo do Instituto-Geral de Perícias (IGP), que deverá esclarecer a dinâmica do acidente. A autoridade policial também ouve duas testemunhas que presenciaram o ocorrido. O motorista envolvido já foi ouvido.

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