- A prefeitura de São Paulo lançou o aplicativo Smart Sampa Cidadão, que permite escanear placas de veículos com a câmera do celular, para ajudar a identificar carros com restrições ou roubados.
- O app está disponível para Android e iOS e usa a tecnologia de Leitura Automática de Placas (LPR); após cadastro, o sistema consulta bases de dados integradas e pode emitir alertas às forças de segurança.
- O objetivo é incentivar a participação da população na identificação de veículos com irregularidades, sem revelar o tipo de restrição ou expor a identidade do usuário.
- Além do aplicativo, a prefeitura apresentou o SmartCop, um helicóptero com reconhecimento facial, leitura de placas, sensores térmicos e transmissão em tempo real, em fase de Prova de Conceito.
- O SmartCop tem previsão de pelo menos quatro horas de voo diárias, com custo estimado de R$ 2 milhões por mês, para uso em segurança pública, monitoramento ambiental e ações de defesa civil.
O município de São Paulo lançou, na terça-feira (23/6), o Smart Sampa Cidadão, aplicativo que permite escanear placas de veículos com a câmera do celular. A iniciativa busca ampliar a identificação de carros com restrições, roubados ou clonados.
O app funciona com tecnologia de Leitura Automática de Placas (LPR) e está disponível para Android e iOS. Após cadastro, o usuário aponta a câmera para a placa e o sistema consulta bases integradas, com alertas enviados à polícia quando necessário.
Segundo a prefeitura, o uso é protegido: o indivíduo não recebe detalhes sobre a natureza da restrição nem tem a identidade exposta às equipes envolvidas. A medida integra ações de segurança pública sob gestão de Ricardo Nunes.
Lançamento do aplicativo
O Smart Sampa Cidadão representa uma das frentes da estratégia de segurança da gestão. A prefeitura destaca a integração com o ecossistema já existente do Smart Sampa, mantendo o foco na cooperação da população.
Para ampliar o alcance da vigilância, a administração apresentou também o SmartCop, um helicóptero equipado com reconhecimento facial, LPR, sensores térmicos e transmissão de imagens em tempo real. O projeto está em Prova de Conceito.
O helicóptero, com custo estimado de cerca de R$ 2 milhões por mês, deverá operar por pelo menos quatro horas diárias. A prefeitura afirma que a máquina pode apoiar ações de segurança, monitoramento ambiental e Defesa Civil.
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