- Três homens foram presos na noite desta terça-feira (23), no bairro Floramar, Região Norte de Belo Horizonte, suspeitos de tráfico de drogas.
- Foram apreendidas cinco porções de maconha (aproximadamente 1,5 quilo), 186 porções de haxixe (cerca de 700 gramas) e uma porção de MDMA (cerca de 30 gramas), além de R$ 34.259 em dinheiro, celulares e material de embalagem.
- A polícia investiga o uso de um serviço de delivery de sushi e de uma loja de açaí como fachada para movimentar recursos e lavagem de dinheiro.
- Os suspeitos confessaram ser proprietários das drogas e atuavam conjuntamente, com foco na venda de entorpecentes de maior valor, como haxixe e MDMA.
- Os presos são Gabriel Silva Coelho, 27 anos; Kevin Neves, 32 anos; e Leonardo Chicarini, 24 anos; todos encaminhados à Delegacia de Polícia Civil, com apuração sobre a origem dos entorpecentes e a possível lavagem de dinheiro.
Três homens foram presos na noite desta terça-feira (23) no bairro Floramar, Região Norte de Belo Horizonte, suspeitos de ligação com trafico de drogas. A operação ocorreu durante ação da Polícia Militar, que apreendeu entorpecentes, dinheiro e materiais usados no preparo e venda de drogas. Investigações apontam uso de um delivery de sushi e uma loja de açaí como fachada para movimentação financeira.
Durante o cumprimento de mandados, os policiais encontraram porções de maconha, haxixe e MDMA, além de dinheiro. Ao todo, foram apreendidas cinco porções de maconha (aprox. 1,5 kg), 186 porções de haxixe (cerca de 700 g) e uma porção de MDMA (cerca de 30 g). Também foram apreendidos sete celulares, uma balança de precisão e insumos de embalagem.
Dois imóveis foram alvos da operação, nos quais a polícia recolheu R$ 34.259 em espécie. Em uma residência, o dinheiro estava escondido em compartimento com fundo falso. No total, os investigadores apreenderam materiais que ajudam a entender a logística do esquema criminoso.
Investigação aponta fachada para lavagem de dinheiro
Os suspeitos, identificados como Gabriel Silva Coelho, 27 anos; Kevin Neves, 32; e Leonardo Chicarini, 24, admitiram ser proprietários das drogas e envolvidos no esquema. Kevin tinha passagem por tráfico; os outros dois não possuíam antecedentes criminais registrados. A polícia ressalta que o dinheiro não teve origem comprovada pelos suspeitos.
Todo o material apreendido, junto com os três presos, foi encaminhado à Delegacia de Polícia Civil para apuração das origens das substâncias e da eventual lavagem de dinheiro. As autoridades seguem investigando as atividades dos estabelecimentos usados como fachada.
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