- Agricultor de 36 anos foi preso em São Gabriel da Palha, no Noroeste do Espírito Santo, por planejar matar o filho de 8 anos para não pagar pensão.
- Mensagens trocadas com o ChatGPT eram usadas como diário do suspeito, revelando o planejamento.
- Ele tentou contratar um pistoleiro por R$ 50 mil para executar a criança, mas o criminoso recuou ao saber da vítima.
- A investigação aponta pesquisas do suspeito sobre venenos, ataques a policiais e atentados em locais públicos; ele nega a intenção de matar à polícia.
- A prisão ocorreu em dezoito de junho, um dia antes da data prevista; a OpenAI informou o FBI, que repassou o material ao Ministério da Justiça e à Polícia Civil do Espírito Santo, e as provas técnicas deverão confirmar os crimes.
O agricultor de 36 anos foi preso em São Gabriel da Palha, no Noroeste do Espírito Santo, após investigações apontarem que ele planejava matar o próprio filho, de 8 anos. As mensagens que ele enviou ao ChatGPT funcionaram como um diário durante o esquema. A prisão ocorreu um dia antes da data prevista pelo suspeito.
Segundo a Polícia Civil, o homem chegou a tentar contratar um pistoleiro por R$ 50 mil para executar o filho. O criminoso também pesquisou venenos, ataques a policiais e atentados em locais públicos. A defesa afirma que ele não tinha intenção de cometer o crime, apenas reconhece as pesquisas.
A OpenAI identificou as conversas e informou o FBI, que repassou o material ao Laboratório de Operações Cibernéticas do Ministério da Justiça. A Polícia Civil do Espírito Santo então identificou o suspeito, confirmou que ele tinha um filho e solicitou mandados de busca e apreensão e de prisão preventiva.
Os mandados foram cumpridos no dia 19 de junho, um dia antes da suposta data do crime. A delegacia ressalta que a perícia no celular pode ampliar os crimes atribuídos ao agricultor. A investigação analisa se houve tentativa de homicídio, ameaça, incitação ao crime ou apologia ao crime.
Para o delegado Breno Andrade, os elementos técnicos são determinantes. Ele afirma que o acusado confessou as pesquisas, mas negou a intenção de praticar os atos. A Polícia Civil irá comparar as informações com a perícia do telefone para consolidar as acusações.
Contexto da cooperação entre autoridades
A investigação depende de provas técnicas para confirmar os delitos. A troca de informações entre OpenAI, FBI e o governo brasileiro foi essencial para chegar aos mandados de busca e, posteriormente, à prisão. A Polícia Civil do Espírito Santo mantém o caso em andamento.
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