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Suspeito preso nega ter retirado câmera de jovem que morreu após rope jump

Suspeito nega ter retirado a câmera da vítima após salto de rope jump em Limeira; investigação aponta possível supressão de provas

Em carta, suspeito preso nega ter retirado câmera de jovem que morreu em salto sem cordas
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  • João Antônio Pivetta Ribeiro da Silva, 35 anos, negou ter retirado a câmera acoplada ao corpo da vítima em carta divulgada pelos advogados; ele foi preso no fim de semana.
  • A câmera ainda não foi localizada e seria importante para a reconstituição do caso.
  • A vítima, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, morreu em Limeira no dia 13 de junho após salto da Ponte do Esqueleto, em cerca de quarenta metros de altura, sem cordas de segurança.
  • Além dele, outras cinco pessoas foram presas; três instrutores já foram indiciados por homicídio doloso qualificado; há um novo inquérito para apurar participação de mais cinco envolvidos.
  • A Polícia Civil investiga possível supressão de provas e indícios de conteúdo digital excluído; duas inquéritos foram instauradas pela seccional de Limeira.

Em Limeira (SP), uma rope jump sem cordas resultou na morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, 21 anos, no último sábado. A vítima ficou sem o equipamento de segurança durante o salto na Ponte do Esqueleto, e o vídeo do momento circulou nas redes. A Polícia Civil investiga se houve supressão de provas.

João Antonio Pivetta Ribeiro da Silva, 35, preso no fim de semana, nega ter retirado a câmera acoplada ao corpo da vítima. Em carta divulgada pelos advogados, ele afirma que apenas checou sinais vitais e que ajudou no resgate. Outros cinco suspeitos também foram presos.

Segundo o inquérito, o crime envolve possivelmente supressão de provas e, ainda, indícios de conteúdo digital excluído. A câmera, peça-chave para a reconstituição, continua desaparecida. A delegada Andréa Levy destacou a participação de integrantes da equipe organizadora do salto.

A SSP-SP informou que foram instaurados dois inquéritos. O primeiro, para apurar participação de três presos em flagrante, resultou em prisão preventiva por homicídio doloso qualificado. O segundo investiga a participação de outras cinco pessoas, com três prisões temporárias decretadas.

Maria Eduarda morreu após saltar de uma altura de 40 metros, sem cordas devidamente fixadas. A Polícia Civil confirmou que não havia equipamento de retenção na ocasião. Ainda não há conclusão sobre responsabilidades, conforme apurado até o momento.

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