- A bebê Maria Fernanda Cândido da Rocha, de dois anos, foi encontrada morta no dia 17 de junho, três dias após desaparecer, em Doverlândia, Goiás.
- Dois tios da criança, Carlos Antônio Dorneles Roldão, de cinquenta e nove anos, e Carlos Júnior Dorneles, de vinte e nove, foram encontrados mortos dois dias depois na fazenda onde moravam; as mortes foram classificadas como acidentais.
- A Polícia Civil concluiu que não houve relação entre os casos e que os inquéritos foram encerrados, sem indícios de crime.
- O caso da bebê foi registrado como afogamento acidental; ela foi localizada na beira de uma represa a dois quilômetros de casa, após buscas com apoio de bombeiros, policiais, cães, drones e outros recursos.
- No caso dos tios, o laudo aponta intoxicação causada por gases tóxicos no tanque de soro de leite que o homem limpava, com cadeia de eventos que levou à incapacitação e não deixou que saíssem do local.
A Polícia Civil de Goiás anunciou a conclusão das investigações sobre a morte da bebê Maria Fernanda Cândido da Rocha, de dois anos, e dos seus tios, Carlos Antônio Dorneles Roldão, de 59, e Carlos Júnior Dorneles, de 29. Segundo o órgão, os casos são independentes e não há indícios de crime em ambos.
Maria Fernanda foi encontrada sem vida no dia 17 de junho, três dias após o desaparecimento. Os pais tinham saído com a filha para uma represa próxima, quando ouviram gritos e retornaram à residência. A busca envolveu bombeiros, policiais, cães farejadores e drones.
A investigação aponta que a morte da bebê foi classificada como afogamento acidental. O corpo foi localizado à beira de uma represa situada a cerca de dois quilômetros da casa da família. Não houve sinais de violência ou de terceiros envolvidos.
Quanto aos tios, dois dias após o achado da bebê, Carlos Antônio e Carlos Júnior foram encontrados mortos em uma fazenda onde viviam e trabalhavam. A perícia indicou intoxicação causada pelos gases liberados pelo tanque de soro de leite que o mais jovem estava limpando, levando à morte de ambos.
A polícia informou que o tanque continha gases tóxicos decorrentes da decomposição de resíduos orgânicos, o que reduziu severamente o oxigênio no interior do tanque. Testes periciais confirmaram que não houve violência nem participação de terceiros.
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