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Gaúcho é o primeiro a receber caneta emagrecedora pelo SUS

Primeiro gaúcho recebe caneta emagrecedora pelo SUS; piloto de 24 meses visa encurtar fila para bariátrica, com obesidade mórbida e hipertensão entre principais comorbidades

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  • Guilherme Henrique Streppel Panichi, de 39 anos, tornou-se o primeiro gaúcho a receber a caneta emagrecedora de semaglutida pelo SUS, em Porto Alegre.
  • A aplicação inicial ocorreu no Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Conceição, marcando o início de um projeto-piloto com 250 pessoas.
  • O medicamento atua como ponte para a cirurgia bariátrica, preparando pacientes com alto risco antes do procedimento definitivo.
  • Do grupo elegível, 91% têm obesidade mórbida e 47% não tem condições clínicas imediatas para cirurgia; a hipertensão é a comorbidade mais frequente.
  • Os pacientes serão acompanhados por 24 meses, com avaliação de perda de peso, qualidade de vida e exames, visando reduzir o tempo de espera e recuperar a capacidade funcional.

O motorista Guilherme Henrique Streppel Panichi, 39 anos, é o primeiro gaúcho a receber a aplicação da caneta emagrecedora de semaglutida pelo SUS. O atendimento ocorreu em Porto Alegre, no Centro de Oncologia e Hematologia do Hospital Conceição, como parte de um projeto piloto.

O tratamento funciona como ponte para a cirurgia bariátrica, preparando o organismo antes do procedimento definitivo. O piloto envolve 250 pessoas e busca reduzir riscos e atrasos no contexto de obesidade grave.

Segundo a coordenação de Inovação do Grupo Hospitalar Conceição, o medicamento pode encurtar o tempo de espera e melhorar a capacidade funcional dos pacientes. Entre os selecionados, 91% têm obesidade mórbida, e 47% apresentam condições clínicas para a cirurgia imediatamente. A hipertensão é a comorbidade mais comum.

Acompanhamento e objetivos do piloto

Guilherme e os demais participantes serão monitorados por equipes especialistas ao longo de 24 meses. Serão avaliados peso, qualidade de vida e exames clínicos periódicos para medir avanços.

A expectativa dos pesquisadores é reduzir o tempo de permanência nas filas e ampliar as chances de sucesso da cirurgia bariátrica, com menor risco cirúrgico para o grupo de alta vulnerabilidade.

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