- Polícia Civil da Paraíba cumpriu quatro mandados de prisão contra foragidos em Campina Grande, durante a operação “Acerto de Contas” (100ª prisão em 2026 pela Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande).
- O primeiro mandado foi cumprido em Pocinhos, contra um homem de 33 anos, em decorrência de regressão cautelar de regime; a condenação é superior a 22 anos por homicídio qualificado ocorrido em 2015.
- Em Campina Grande, no bairro Bodocongó, foi preso um homem de 35 anos por dois mandados de prisão em aberto, um por descumprimento de livramento condicional ligado a roubo majorado e outro por furto de celular avaliado em R$ 9 mil em São Paulo.
- Um segundo mandado, também de a 33 anos, ocorreu em Nova Brasília; o suspeito tinha condenação de 25 anos por roubo majorado e era foragido.
- A operação foi a sexta-feira (27) e, segundo a Polícia Civil, envolve crimes de homicídio qualificado, roubo e furto.
A Polícia Civil da Paraíba cumpriu quatro mandados de prisão contra suspeitos foragidos da Justiça, investigados ou condenados por homicídio qualificado, roubo e furto. A ação ocorreu nesta sexta-feira (27) pela Delegacia de Roubos e Furtos de Campina Grande (DRF-CG). A operação foi batizada de Acerto de Contas e foi a 100ª prisões realizadas pela DRF-CG em 2026.
O primeiro mandado foi cumprido em Pocinhos, com a prisão de um homem de 33 anos. A detenção ocorreu devido à regressão cautelar de regime, transferindo-o para cumprimento de pena mais severo. Ele possui condenação superior a 22 anos em regime fechado por homicídio qualificado em 2015, em São Sebastião de Lagoa da Roça.
Mandados também foram executados em Campina Grande e Nova Brasília. Um suspeito de 35 anos foi preso no bairro Bodocongó, com dois mandados em aberto: um por descumprimento de livramento condicional relacionado a roubo majorado, e outro por furto de um celular avaliado em R$ 9 mil em São Paulo.
Outro alvo, 33 anos, foi localizado em Nova Brasília. Ele era condenado a 25 anos de reclusão por roubo majorado e estava foragido.
A operação da DRF-CG, em Campina Grande, reuniu informações sobre os foragidos investigados ou condenados por violência e delitos contra o patrimônio. Não houve apuração de ações de confronto entre as autoridades e os suspeitos.
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