- Ronickson Pimentel dos Santos, de 39 anos, tenente da Rota, foi baleado na cabeça neste sábado (27/6) e está em estado grave; ataque ocorreu à paisana por dois homens em moto, em um semáforo na Avenida Goiás.
- Eloá Pimentel é irmã do tenente; ela foi sequestrada e morta pelo ex-namorado aos 15 anos, após ficar em cárcere privado por mais de cem horas.
- Lindemberg Alves foi preso em flagrante na época e condenado a 98 anos; a pena foi reduzida para 39 anos em 2013, e, em março do ano passado, houve nova amenização por trabalhos na Penitenciária Tremembé II.
- Eloá chegou a ser socorrida, mas não resistiu; o caso ficou entre os mais chocantes do Brasil.
- Ronickson ingressou na Polícia Militar em 2009, um ano após o crime, e deixou a Penitenciária de Tremembé em abril deste ano por questões administrativas.
Ronickson Pimentel dos Santos, tenente da Rota de São Paulo, foi baleado na cabeça neste sábado, 27 de junho. O ataque ocorreu quando ele estava à paisana em um semáforo da Avenida Goiás, na Capital. A Polícia Militar informou que a hipótese é tentativa de homicídio, e que equipes de resgate o socorreram de helicóptero.
O estado de saúde do oficial é grave. Conforme a PM, o disparo atingiu a parte posterior do pescoço. O boletim inicial aponta diligências em curso para identificar e localizar os autores do crime, com a Polícia Civil à frente das investigações.
Quem é Eloá Pimentel
Eloá Pimentel foi sequestrada e morta pelo ex-namorado, Lindemberg Alves, aos 15 anos, em 2008, em São Paulo. O caso ganhou notoriedade por ter ficado 100 horas sob cárcere privado.
O trágico desfecho ocorreu após quatro dias de tensão. Eloá recebeu atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos. Lindemberg Alves foi preso em flagrante e, em etapas, foi condenado a 98 anos de prisão, com redução progressiva da pena ao longo dos anos.
Em março do ano passado, a pena de Lindemberg foi amenizada em mais de 100 dias devido a trabalhos prestados na Penitenciária de Tremembé II. O caso é lembrado como um dos mais chocantes do país e acompanha a família há anos.
O irmão da vítima, Ronickson Pimentel dos Santos, ingressou na Polícia Militar em 2009, um ano após o caso Eloá. Em abril deste ano, ele deixou a Penitenciária de Tremembé e foi transferido para o interior de São Paulo por questões administrativas.
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