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Suzuki Sidekick: o Vitara que conquistou famílias aventureiras

Sidekick alonga entre-eixos, expande espaço familiar e entrega 95 cv, elevando desempenho no asfalto, com limitações off-road

Bem equipado, Sidekick contava com injeção eletrônica multiponto e freios ABS
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  • Suzuki apresentava o Sidekick, versão de cinco portas do Vitara, com espaço interno para quatro ocupantes e bagagem, alongando entre-eixo em 28 cm e o comprimento em 41 cm.
  • O motor era 1.6 com 16 válvulas e 95 cv, com injeção eletrônica multiponto, e a relação da quinta marcha foi ampliada para oferecer mais velocidade final.
  • O interior tinha acabamento de qualidade, bancos ergonômicos, teto alto e boa ventilação; itens como ar-condicionado, direção hidráulica, freios com ABS e controles elétricos vinham de série.
  • A suspensão dianteira era independente, enquanto a traseira seguia eixo rígido com estabilizador; o veículo mantinha boa estabilidade no asfalto, mas o vão livre e o ângulo central limitavam o desempenho off-road extremo.
  • No contexto da Suzuki, a empresa buscava ampliar a presença no Brasil, com planos de vender três mil unidades até julho de 1993 e ampliar a rede de concessionárias.

O Suzuki Sidekick, versão de cinco portas do Vitara, ganhou notoriedade como o maior utilitário 4×4 da marca japonesa na época. Voltado ao uso familiar, oferecia espaço interior amplo, acomodando até quatro ocupantes com boa capacidade de bagagem.

O modelo alongou o entre-eixo em 28 cm e o comprimento total em 41 cm, aumentando o espaço para o banco traseiro sem comprometer a harmonia das linhas. A área envidraçada foi bem distribuída e o acesso traseiro é fácil, com espaço para as pernas.

Desempenho e acabamento

O Sidekick trazia direção hidráulica, ar-condicionado, freios com ABS e controles elétricos de vidros, espelhos e travas. O interior apresentava acabamento de qualidade, com bancos ergonômicos e boa ventilação interna.

O motor era 1.6 16V com 95 cv, alimentado por injeção eletrônica multiponto. Em relação ao Vitara, a relação da quinta marcha era mais longa, favorecendo velocidade final e respostas nas marchas curtas.

Desempenho e uso off-road

Mesmo mais pesado, o Sidekick apresentava melhor dirigibilidade no asfalto e em estradas de terra, sendo menos ágil em off-road intenso. O conjunto recebeu eixo traseiro rígido, suspensão dianteira independente e barra estabilizadora.

A tração era opcional, com caixa de transferência de duas velocidades e reduzida. Em terrenos críticos, o motor pode operar próximo de altas rotações, o que exige cuidado com a embreagem em uso prolongado.

Dimensões e espaço

Apesar do alongamento, o entre-eixos maior não comprometeu o espaço interior para ocupantes. O teto elevado somava-se à ampla área envidraçada, reforçando a sensação de amplitude para passageiros e bagagens.

Contexto da Suzuki no Brasil

A Suzuki, quarta maior montadora do Japão, exportava veículos para 123 países e investia no Brasil para ampliar a rede de concessionárias. Em 18 meses, a empresa investiu cerca de US$ 10 milhões em infraestrutura e treinamento, com planos de vender até 3 mil unidades até julho de 1993 e ampliar a rede com mais 14 concessionárias.

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