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Vídeo relembra caso Eloá: sequestrada e morta após invasão de cativeiro

Caso Eloá: vídeo relembra sequestro e morte de adolescente; hoje tenente da Rota, irmão de Eloá, é baleado na cabeça durante invasão policial

História do crime: adolescente que foi morta pelo ex após ser mantida refém por 5 dias
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  • Em outubro de 2008, Eloá Cristina Pimentel, de 15 anos, foi sequestrada pelo ex-namorado Lindemberg Alves em Santo André, com a amiga Nayara Rodrigues também mantida refém.
  • Lindemberg e Eloá tinham relacionamento desde que ela tinha 12 anos; Eloá decidiu terminar, e ele não aceitava o fim.
  • O caso ganhou novo contorno com a série História do Crime, do GloboPop; neste sábado, o tenente da Rota Ronickson Pimentel dos Santos, irmão de Eloá, foi baleado na cabeça.
  • Nayara participou das negociações após ser libertada, voltou a ficar refém durante a operação de captura, e Eloá foi atingida por disparos durante a invasão; Lindemberg foi rendido.
  • Lindemberg Alves foi condenado a 98 anos e 10 meses em 2012, com pena posteriormente reduzida para 39 anos.

O caso Eloá ganhou repercussão nacional após o sequestro ocorrido em outubro de 2008, em Santo André, no ABC paulista. Eloá Cristina Pimentel, 15 anos, foi mantida refém pelo ex-namorado Lindemberg Alves, 22, após término do relacionamento. Uma amiga, Nayara Rodrigues, também tinha 15 anos na época.

O cerco começou quando Lindemberg invadiu o apartamento com uma arma. A Polícia Militar foi acionada; houve troca de tiros logo na chegada. Dois adolescentes foram libertados, restando Eloá e Nayara como reféns.

O pai de Eloá, identificado como Everaldo Pereira dos Santos, passou mal ao vivo em rede nacional. Everaldo, então foragido de Alagoas, integrou um grupo de extermínio conhecido como “Gangue Fardada” e acabou preso no ano seguinte.

Desfecho

Após horas de negociações, Nayara foi libertada na noite de terça-feira, 14. Ela voltou a ficar no cativeiro na quinta, 16, para novas negociações com a PM. A invasão ocorreu na sexta-feira, 17, após a polícia afirmar ter sido atacada.

Durante a incursão, Nayara sustenta que apenas houve disparos após a entrada da polícia; a versão da PM aponta disparos de Lindemberg. Lindemberg fez três disparos, atingindo Nayara, Eloá e Eraldo. Nayara sobreviveu; Eloá foi levada ao hospital, submetida a cirurgia, mas não resistiu.

Lindemberg foi preso ainda em 2008, levado a julgamento, condenado em 2012 a 98 anos e 10 meses. A pena foi reduzida posteriormente para 39 anos, em cumprimento de regime fechado.

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