- O Google Earth lançou, no dia 12 de junho, um simulador de voo que roda no navegador, sem precisar instalar nada.
- A ferramenta está em fase experimental e ainda não é voltada para treinamento; foco é exploração casual do planeta com imagens e modelos 3D em tempo real.
- O simulador funciona apenas na versão web do Google Earth; não há suporte em apps móveis nem na versão desktop clássica.
- Para usar, acesse earth.google.com, selecione “Explorar a Terra” e vá em “Ferramentas” > “Simulador de voo”; é possível controlar com teclado e mouse e ajustar a velocidade.
- Possíveis atrasos podem ocorrer em conexões de baixa largura de banda, e a experiência pode apresentar limitações em regiões muito próximas ao nível do mar; use o modo “Satélite” para melhor visualização.
O Google Earth liberou um simulador de voo em 12 de junho que funciona direto no navegador. O recurso permite sobrevoar qualquer ponto do planeta com imagens de satélite e modelos 3D, sem instalar programas. A ferramenta está em fase experimental.
O objetivo é oferecer uma experiência de exploração casual, não treinamento de alto nível. O simulador funciona na web, com melhoria de renderização e streaming de dados. A expectativa é manter travamentos menores que a versão Pro antiga.
Como funciona o acesso
Para usar, basta acessar earth.google.com e selecionar Explorar a Terra, depois Tools e Simulador de voo. Não é necessário criar conta nem instalar extensões. A navegação ocorre via teclado e mouse, com controles ajustáveis.
A experiência depende de streaming de dados, o que pode provocar atrasos em conexões fracas ou em voos muito rápidos. O Google alerta sobre limitações técnicas durante a simulação, mas garante pausa automática ao impacto.
Funcionalidades e limites
O simulador permite sobrevoar cidades, montanhas e oceanos, incluindo destinos populares como Alpes, Nova York e Rio. É possível alternar entre mapa e satélite para uma visualização mais imersiva.
A ferramenta é experimental e ainda pode passar por mudanças. Em regiões próximas ao nível do solo, especialmente em áreas como a Bacia de Badwater, podem ocorrer anomalias de visualização. O acesso é exclusivo pela web.
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