- Motoristas de ônibus deflagraram greve no Rio de Janeiro na madrugada de segunda-feira (29), após assembleia realizada no domingo (28).
- O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região determinou que, ao menos, 50% da frota de cada linha circule.
- Passageiros relatam dificuldades para usar o transporte público devido à paralisação.
- Os trabalhadores pedem piso salarial de R$ 4 mil, reajuste de 17%, fim de contratos temporários na Mobi-Rio e contratação pela CLT, vale-alimentação de R$ 1 mil, além de planos de saúde e odontológico.
- A Rio Ônibus informou que as negociações com o Sindicato dos Rodoviários seguem abertas; a prefeitura afirmou que o metrô, trens e barcas funcionam normalmente como alternativas.
Os motoristas de ônibus iniciaram greve na madrugada desta segunda-feira 29, no Rio de Janeiro, após assembleia realizada no domingo 28. O movimento ocorre mesmo com determinação do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região para manter, ao menos, 50% da frota circulando por linha.
A população tem enfrentado dificuldades para usar o transporte coletivo na cidade, conforme relatos de passageiros. Os trabalhadores alegam que a paralisação atende a reivindicações pendentes há meses. A greve acontece no contexto de negociações em curso na cidade.
Os motoristas pedem piso salarial de 4 mil reais, reajuste de 17%, fim de contratos temporários na Mobi-Rio e contratação pela CLT. Outros pontos incluem vale-alimentação de 1 mil reais, plano de saúde e odontológico.
Negociações seguem
A Rio Ônibus informou que as negociações com o Sindicato dos Rodoviários continuam abertas e buscam uma solução para a situação. O Centro de Operações da Prefeitura do Rio ressaltou que o metrô, as barcas e os trens funcionam normalmente, oferecendo opções de deslocamento.
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