- Scam.ai anunciou parceria com a Qualcomm e lançou o Halo, modelo de detecção de deepfake on‑device para chamadas de vídeo ao vivo em desktop, em Computex 2026 em Taipei.
- O Halo opera em segundo plano durante a videoconferência, identifica vídeos sintéticos em tempo real e não utiliza infraestrutura em nuvem.
- A parceria com a Qualcomm permite otimização para dispositivos com esta tecnologia, possibilitando execução local em computadores.
- Foco inicial em equipes de RH e recrutamento, bem como executivos de alto escalão, diante do aumento de golpes com deepfakes em entrevistas de emprego.
- O Halo fica disponível em junho de 2026, com detalhes de integração corporativa e parcerias adicionais a serem anunciados nos próximos meses.
Scam.ai anunciou hoje na Computex 2026, em Taipei, a parceria com a Qualcomm e o lançamento de Halo, detector de deepfake on-device para chamadas de vídeo ao vivo. A apresentação ocorreu no estande da Qualcomm, na trilha Agentic AI.
Halo opera no PC, processando tudo localmente e sinalizando vídeos sintéticos em tempo real, sem envio de imagens à nuvem. A parceria proporciona acesso a recursos do ecossistema de dispositivos para otimizar a solução, com foco em PCs com processadores Qualcomm.
Dennis Ng, co-fundador da Scam.ai, afirmou que a detecção no dispositivo ajuda a reduzir ataques desde a origem, ao verificar o vídeo de forma privada. A empresa ressaltou o aumento de tentativas de deepfake em recrutamento e em comunicações executivas.
Detalhes do Halo
Halo identifica vídeo sintético em tempo real durante a chamada e não requer tráfego de dados para fora do equipamento. O produto já está disponível a partir de junho de 2026, com planos de novas integrações empresariais e parcerias divulgadas nos próximos meses.
Contexto e alcance
Empresas de RH relatam baixa preparação para detectar fraude por deepfake, com apenas 31% dos líderes se sentindo preparados. As tentativas de deepfake em entrevistas subiram mais de 2.000% nos últimos três anos. A Scam.ai enfatiza uso em entrevistas, comunicações executivas e chamadas financeiras de alto risco.
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