- Paola Stefany Neto Cirino, diarista de 30 anos, foi presa na madrugada desta quinta-feira em Itabira, Minas Gerais, a cerca de 110 quilômetros de Belo Horizonte, como principal suspeita de matar um advogado de 75 anos e a esposa dele, empresária de 76 anos.
- Os dois foram encontrados mortos no apartamento onde moravam, no bairro São Pedro, em Belo Horizonte, na tarde de terça-feira.
- Segundo a Polícia Civil, o crime ocorreu entre 12h30 e 15h de terça-feira. Paola teria entrado no imóvel por volta das 7h30 e saiu após cometer o crime.
- A diarista teria roubado relógios, joias e outros objetos de valor; após o crime, trocou de roupas e tomou banho no apartamento. O objeto cortante usado não foi encontrado.
- Paola fugiu com o filho de 6 anos na quarta-feira; não há confirmação de que a criança estivesse com ela no momento da prisão.
Paola Stefany Neto Cirino, diarista de 30 anos, foi presa na madrugada desta quinta-feira, 2, em Itabira, MG, a cerca de 110 km de Belo Horizonte. Ela é apontada como principal suspeita de matar o advogado Cláudio Atala Inácio, de 75, e a empresária Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, no apartamento em que moravam, no bairro São Pedro, em Belo Horizonte.
A prisão foi confirmada pela Polícia Civil de Minas Gerais. Segundo a investigação, Paola entrou no imóvel pela primeira vez na data do crime, acompanhada por indicação de um amigo das vítimas. Após o atentado, ela teria seguido com objetos roubados para vender na região central de BH.
Nesta quinta, a diarista foi localizada em Itabira. A suspeita teria fugido para Ribeirão das Neves, na região metropolitana, levando o filho de 6 anos. Não há confirmação de que a criança estivesse com ela no momento da prisão.
Entenda o caso
A família foi encontrada no fim da tarde de terça-feira no apartamento no São Pedro. A polícia apurou que o crime ocorreu entre 12h30 e 15h, com Cláudio sobrevivendo às 17 facadas e Maria Clotilde a golpes que somaram sete ferimentos.
Paola é apontada como responsável pela subtração de relógios, joias e outros itens de valor. Antes de deixar o local, a suspeita tomou banho e trocou de roupas. A arma do crime ainda não foi localizada.
O caso é tratado como latrocínio, ou seja, roubo seguido de morte, e as autoridades continuam investigando a dinâmica do crime e eventuais cúmplices.
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