- Na quinta-feira, 2 de julho, um homem identificado como Gilmar Pereira de Sousa foi preso após se passar por agente da Polícia Federal e tomar o celular de um homem durante uma discussão em São Sebastião, no Distrito Federal.
- O suspeito teria usado uma identificação falsa ao se apresentar como policial federal e não devolver o aparelho, segundo relato da vítima.
- A vítima afirmou que estava acertando o pagamento por um serviço em um estabelecimento quando houve cobrança adicional do filho do proprietário; o celular foi tomado quando ele ameaçou filmar.
- A vítima disse ter ficado com medo por se tratar de um policial, enquanto o suspeito negou as alegações em depoimento à polícia. Um vídeo obtido pela coluna Na Mira mostra Gilmar autorizando a entrada de policiais militares na casa para uma revista, sob a justificativa de ser “cidadão de bem”.
- O caso está registrado como falsificação de documento público na 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião). Gilmar foi preso em flagrante, mas solto após audiência de custódia mediante pagamento de fiança.
Um homem identificado como Gilmar Pereira de Sousa foi preso nesta quinta-feira (2/7) no Distrito Federal após supostamente se passar por agente da Polícia Federal (PF) e apreender o celular de outra pessoa, durante uma discussão. O caso ocorreu em São Sebastião.
A vítima afirmou que o incidente começou durante a negociação de um serviço realizado em um estabelecimento. Segundo o relato, o dono do local cobrou um valor maior, dizendo que o serviço seria cobrado errado, o que gerou tensão entre as partes.
A vítima disse que pretendia filmar a cena para registrar o ocorrido, pois o homem estaria embriagado. Nesse momento, o suposto agente apareceu e levou o celular, alegando ser policial federal e dizendo que não devolveria o aparelho.
Depoimentos e versões
Gilmar, acompanhado do advogado, negou as perguntas da polícia civil. Em depoimento, o suspeito disse não comentar sobre as perguntas.
Segundo a investigação da 30ª Delegacia de Polícia (São Sebastião), a identificação da PF foi encontrada na carteira dele. Questionado sobre a autorização para a entrada de PMs na residência, ele também negou, mas imagens de vídeo mostram o contrário, com ele afirmando ter autorizado a entrada por ser um “cidadão de bem”.
O caso foi registrado como falsificação de documento público. Gilmar chegou a ser preso em flagrante, mas foi solto após audiência de custódia mediante pagamento de fiança. A apuração segue em andamento.
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