- Paola Stefany Neto Cirino, 30 anos, confessou ter dopado e assassinado o casal Cláudio Atala Inácio, 75, e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, 76, em Belo Horizonte, no bairro São Pedro.
- A diarista roubou relógios, cordão de ouro, celulares e outros itens da casa antes de deixar o apartamento.
- Ela foi localizada em um hotel em Itabira e presa em flagrante; a prisão foi convertida em preventiva pela crueldade do crime e pela necessidade de manter a ordem pública.
- Segundo a investigação, Paola viajou com o filho de seis anos e retornou à residência da tia; o menor ficou sozinho no local após os acontecimentos.
- A pena pode superar trinta anos de detenção; após a audiência, Paola foi encaminhada ao presídio feminino José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves.
Paola Stefany Neto Cirino, de 30 anos, chorou durante a audiência de custódia realizada nesta sexta-feira (3/7) em Belo Horizonte. A diarista confessou ter roubado e assassinado o casal Cláudio Atala Inácio, de 75 anos, e Maria Clotilde Moreira Maciel Atala Inácio, de 76, no bairro São Pedro, no dia 29 de junho. A prisão foi convertida em preventiva pela crueldade do crime e pela necessidade de manter a ordem pública.
A investigação aponta que Paola dopou as vítimas na residência, levou relógios, cordão de ouro, celulares e outros itens, e deixou o local após tomar banho. Conforme relatos repassados à Justiça, ela descartou uma peça de roupa manchada de sangue e saiu em veículo de aplicativo, sem que tivesse ajudado terceiros.
A diarista retornou à casa da tia após o crime e, no dia seguinte, levou o filho de seis anos, com a intenção de viajar para o Espírito Santo. O corpo das vítimas foi encontrado no dia 30 de junho pelo filho do casal, que ficou sem saber da ausência dos pais. Paola foi localizada em Itabira e presa em flagrante, mantendo a versão de autoria isolada.
Sobre o crime
Paola dopou as vítimas, consumando o latrocínio, que envolve roubo seguido de morte. A polícia investiga a motivação e a continuidade do caso, incluindo a possível venda de objetos roubados. A defesa ainda não apresentou detalhes adicionais à Justiça.
A magistrada manteve a prisão preventiva com base na periculosidade comprovada e na necessidade de preservar a ordem pública. A audiência ocorreu sob sigilo de conteúdo, com Paola respondendo a perguntas pessoais no início e mantendo silêncio posteriormente.
A mulher permanece presa no presídio feminino José Abranches Gonçalves, em Ribeirão das Neves. Não há, até o momento, divulgação de informações sobre novas etapas do processo ou desdobramentos da investigação.
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