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MPF sugere abatimento de lhamas apreendidas no Acre

MPF sugere o abate de 30 lhamas e alpacas apreendidas no Acre; animais seguem sob cuidado de ONG, com mortes registradas

Lhamas e alpacas estão em abrigo no interior do Acre
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  • O Ministério Público Federal sugeriu o abate de 30 lhamas e alpacas apreendidas no Acre no dia 20 de maio, após fiscalização na BR-364, a 115 km de Rio Branco.
  • Ao menos quarenta e três animais foram apreendidos, que estavam sendo transportados ilegalmente com destino a Alvorada do Oeste, em Rondônia.
  • A propriedade afirmou que os animais estão legalizados e seriam vendidos em Rondônia; desde a apreensão, treze deles morreram, possivelmente por questões climáticas.
  • A ONG Patinha Carente, que acolhe os animais na zona rural de Porto Acre, divulgou ações de resgate para evitar o abate, com a voluntária Vanessa Facundes destacando proteção e quarentena.
  • A ONG recebeu doação do cônsul do Peru no Acre e publicou vídeos mostrando os animais recebendo alimentação e cuidados.

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou o abatimento de 30 lhamas e alpacas apreendidas no Acre, em 20 de maio, em um posto de fiscalização. Os animais estavam sob custódia da ONG Patinha Carente, na zona rural de Porto Acre, desde então. A defesa permanece sob avaliação pelo MPF, que aponta riscos sanitários e de bem-estar animal.

Ao menos 43 animais foram interceptados na BR-364, a 115 km de Rio Branco, com destino a Alvorada do Oeste, em Rondônia. Transportavam-se ilegalmente, segundo informações oficiais, e estavam em condições de transporte inadequadas. A apreensão ocorreu no mesmo dia da operação de fiscalização.

O empresário envolvido disse à Rede Amazônica que os animais estariam regularizados e que seriam vendidos em Rondônia. Desde a apreensão, 13 lhamas e alpacas morreram, e a ONG informou que mantém os animais em quarentena e sob cuidados. A Patinha Carente também recebeu apoio do cônsul do Peru no Acre, com doações para a alimentação e o manejo dos animais.

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