- Projetos no interior de São Paulo utilizam o conceito de Novo Urbanismo para resgatar a convivência típica de cidades pequenas, com bairros que permitem morar, trabalhar e se divertir com deslocamentos curtos.
- Em Porto Feliz, o complexo Fazenda Boa Vista amplia o lazer para uma microrregião autossuficiente, incluindo vilas, hotéis e áreas esportivas, além do Town Center, um centro a céu aberto que imita praças centrais com lojas e serviços.
- Até 2027, devem abrir unidades de instituições como o Centro Médico Albert Einstein e o Colégio Visconde de Porto Seguro dentro do complexo, que já oferece gastronomia, shoppings e esportes como surfe, golfe e tênis.
- Arquitetos e incorporadores se inspiram em Carmel, nos Estados Unidos, e nos Hamptons, pela promoção de ciclovias, parques, escala humana dos edifícios e integração com o paisagismo.
- A demanda por esse modelo cresce para atender a uma população urbana de mais de 87%, buscando ambientes mais orgânicos, sociáveis e menos estressantes, com espaços de passeio e trabalho integrados.
O movimento Novo Urbanismo inspira arquitetos brasileiros a recriar o clima das cidades do interior no interior de São Paulo. Projetos buscam bairros completos, onde é possível morar, trabalhar e se divertir com deslocamentos curtos. Porto Feliz abriga um exemplo piloto.
O conceito prioriza áreas compactas, a pé e de bicicleta, com espaços públicos arborizados que incentivem a convivência entre vizinhos. A ideia é evitar o crescimento desordenado típico das grandes metrópoles.
No complexo Fazenda Boa Vista, a 100 km de São Paulo, o lazer evoluiu para uma microrregião autossuficiente. O destaque é o Town Center, um polo a céu aberto com lojas e serviços que imita praças do interior, porém com infraestrutura de luxo.
Até 2027, o plano inclui unidades de instituições renomadas como o Centro Médico Albert Einstein e o Colégio Visconde de Porto Seguro. O condomínio já oferece áreas de gastronomia, shoppings e espaços para surfe, golfe e tênis.
Arquitetos e incorporadores se baseiam em referências internacionais. Carmel, nos EUA, reformou o espaço urbano para priorizar pedestres e ciclovias. Os Hamptons, em Nova York, aparecem como exemplo de integração entre arquitetura e paisagismo.
A demanda por urbanismo com foco humano cresce conforme mais de 87% da população vive em áreas urbanas. Especialistas apontam que ambientes mais orgânicos reduzem estresse e elevam bem-estar, ao unir moradia, trabalho e lazer.
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