- A Chevrolet Suprema, perua do Omega, foi lançada em abril de 1993 pela General Motors do Brasil para enfrentar importados.
- A versão CD, topo de linha, trazia motor 3.0 seis cilindros e caixa automática de quatro marchas, além de itens de luxo como painel digital e freios ABS.
- Autoesporte foi atrás de uma Suprema 3.0 CD 1993/1993, com cerca de 135 mil km, restaurada na pintura e em mecânica e elétrica, vendida pela Padrão Misa por R$ 160 mil.
- O veículo tinha porta-malas de 540 litros (1.850 litros com bancos rebatidos), suspensão com nivelamento e distribuição de peso de 52% dianteiro e 48% traseiro.
- Produzida em São Caetano do Sul, a Suprema foi considerada a perua mais luxuosa dos anos noventa no Brasil; a produção terminou em 1996.
A Chevrolet Suprema, perua do Omega, teve vida curta, mesmo com refinamento tecnológico, espaço e conforto. O veículo, encontrado por Autoesporte, é um Omega Suprema 3.0 CD de 1993, na cor vinho e com câmbio automático de quatro marchas.
A operação de busca revelou uma unidade com alegados 135 mil km, restaurada na pintura para realçar o brilho, além de serviços mecânicos e elétricos. O interior exibe bancos e forros de porta com acabamento aveludado e painel de instrumentos 100% digital, em bom estado de funcionamento.
Sob o capô, o motor alemão 3.0 em linha de seis cilindros funciona com a caixa automática de quatro velocidades, proporcionando conforto ao dirigir. Equipamentos de série incluem ar-condicionado, direção hidráulica, trio elétrico, regulagem elétrica dos faróis, freios ABS e computador de bordo; opcional, além do câmbio, havia painel digital e CD-player.
O interior também chama atenção pelo display do check control, que mostra níveis de líquido de arrefecimento, óleo, reservatório de lavador de para-brisa e fluido de freio. O espaço de bagagem é generoso, com 540 litros, ampliáveis a 1.850 litros com os bancos traseiros rebatidos.
A Suprema foi produzida em São Caetano do Sul (SP) junto ao Omega, sendo reconhecida como uma das peruas mais luxuosas da década de 1990. Nas versões, a GLS trazia itens de série mais completos; a CD acrescentava piloto automático, toca-CDs, freios ABS e computador de bordo, entre outros.
Segundo o vendedor, a avaliação de mercado aponta o preço em torno de 160 mil reais, próximo ao de uma Montana Premier zero-quilômetro. A Suprema chegou a sofrer evoluções de motor ao longo dos anos, com mudanças de 2.0 a etanol e, mais tarde, 2.2 e 4.1 Powertech, mantendo o foco em performance e luxo.
A unidade em destaque, avaliada pela equipe, representa um exemplo raro de preservação de uma perua de alto padrão da época. A Suprema encerrou a produção em 1996, deixando legado de sofisticação entre fãs e colecionadores. Fontes: Autoesporte, pesquisa de mercado sobre o modelo.
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