- Os táxis do Rio estrearam em 1969; antes, havia “choferes de praça” que transportavam passageiros em charretes e, depois, em automóveis, com os taxistas sendo assalariados por empresas.
- Nos primeiros anos, os carros podiam ter qualquer cor e tinham faixas quadriculadas para identificação.
- No fim dos anos setenta e início dos oitenta, a frota foi padronizada na cor amarela, usando o tom Amarelo Java, de fábrica na Volkswagen, para os Fuscas da época.
- A ideia veio dos táxis amarelos dos Estados Unidos, popularizados por filmes e séries; a cor ajudava pedestres a localizarem o veículo na rua, segundo o empresário John Hertz (Yellow Cab).
- Hoje, os táxis cariocas são amarelos, com faixa azul escura na lateral, placa vermelha e dispositivo luminoso na capota com a palavra TAXI; em dois mil e dezessete, a Prefeitura declarou o táxi comum Patrimônio Cultural Carioca.
A cor amarela dos táxis do Rio de Janeiro tem origem histórica que remonta à década de 1970. A tonalidade ficou popularizada como padrão oficial para facilitar a visualização dos veículos na via.
Os táxis surgiram no Rio em 1969, substituindo os “choferes de praça” que atuavam com carro próprio. Em geral, eram veículos de modelos antigos, usados por motoristas autônomos ou de empresas, com faixas quadriculadas.
Até o fim dos anos 1970, a frota não tinha cor definida. A padronização na cor amarela ocorreu nos anos 1980, com o Tom Amarelo Java, repetindo a prática já vista em táxis de outros países.
Origem e padronização
A escolha da cor foi influenciada por táxis amarelos nos Estados Unidos, que ganham visibilidade nas vias. A ideia buscava facilitar a localização pelo pedestre, segundo relatos históricos da época.
Hoje, os táxis do Rio são amarelos, com faixa azul na lateral, placa vermelha e um dispositivo luminoso na capota com a palavra TAXI, conhecido como bigorrilho.
Patrimônio cultural
Em 2017, a Prefeitura do Rio declarou o táxi comum como Patrimônio Cultural Carioca, reconhecendo o papel histórico e a identidade da cidade na mobilidade urbana.
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