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Demanda por vídeos jornalísticos cresce, aponta estudo

Relatório aponta crescimento da demanda por vídeos jornalísticos, impulsionada por jovens e redes sociais, com vídeos longos ganhando espaço no YouTube

A tendência é impulsionada pelo comportamento dos jovens, que cresceram em um ecossistema moldado por computadores, smartphones, internet e redes sociais; na imagem, o aplicativo do Youtube
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  • O interesse por vídeos de notícias está em expansão, com as redes sociais sendo o principal meio de acesso a informações no mundo.
  • A análise mostra variação regional: na Ásia e na América Latina, 47% dos entrevistados assistem a vídeos de notícias no YouTube semanalmente, contra 24% na Europa; na América Latina, 47% consomem no Facebook, vs. 28% na América do Norte.
  • Entre jovens de 18 a 24 anos, 56% não lêem jornal impresso semanalmente e 21% não acompanham telejornais; para vídeos, a internet e as redes sociais são predominantes.
  • Há demanda por vídeos de formato mais longo no YouTube, com 23% dos espectadores de notícias na plataforma consumindo conteúdos acima de 20 minutos; no Instagram e no TikTok, esse índice é de 12%.
  • Jovens tendem a migrar para plataformas com as quais têm familiaridade, e o estudo aponta que o YouTube é palco de vídeos longos, enquanto telejornais tradicionais permanecem mais vistos por maiores de 55 anos. As TVs conectadas por aplicativos também destacam o uso de vídeos de notícias.

A demanda por vídeos jornalísticos está em expansão, segundo o Digital News Report de 2026. O estudo aponta que plataformas digitais, especialmente redes sociais, são hoje o principal meio de acesso às notícias no mundo.

O relatório analisa tendências globais e destaca o crescimento fora de Europa e Norte da América, com maior consumo semanal na Ásia e na América Latina via YouTube e Facebook. Dados indicam engajamento relevante entre jovens.

Perfil do público e formatos

No grupo de 18 a 24 anos, mais da metade não lê jornal impresso semanalmente, e 21% não assiste a telejornais. Para consumo de vídeo, esse público usa internet e redes sociais como principal fonte de informação.

A pesquisa mostra demanda por vídeos de formatos mais longos no YouTube, com quase 23% dos espectadores assistindo conteúdos acima de 20 minutos. Já no Instagram e TikTok, o interesse permanece maior em vídeos curtos.

Impactos para a indústria

O estudo aponta que redes sociais são o principal caminho de acesso às notícias, superando TV e sites próprios. A queda de audiência tradicional não representa apenas desafio, mas oportunidade para alcançar novas audiências por meio de formatos digitais.

Entre as faixas etárias, o comportamento no YouTube varia com a idade: jovens tendem a ver vídeos mais longos, enquanto quem tem 55 anos ou mais ainda prefere telejornais tradicionais. O uso de smart TVs com apps de vídeo também cresce.

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