- Igrejas evangélicas vão cancelar ou alterar horários de cultos neste domingo para assistir ao jogo do Brasil contra a Noruega pelas oitavas da Copa do Mundo.
- A Associação Vitória em Cristo, liderada pelo pastor Silas Malafaia, cancelou o culto vespertino e manteve as celebrações pela manhã.
- A Igreja Renascer alterou o início do culto, para depois do término da partida.
- A discussão entre religiosos sobre o tema ganhou espaço em vídeos nas redes sociais, com opiniões a favor e contra o cancelamento ou mudança de agenda.
- Algumas comunidades defendem que torcer pela seleção não é pecado, enquanto outras ressaltam a necessidade de prioridades religiosas, saúde, deslocamento e segurança.
Igrejas evangélicas anunciaram alterações nos horários de culto para o domingo, durante o jogo do Brasil contra a Noruega pelas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. Em São Paulo,tegente da Vitória em Cristo cancelou o culto noturno, priorizando a celebração pela manhã. Na Renascer, o início foi antecipado para após o fim da partida, mantendo a programação religiosa.
A decisão gerou debate entre líderes religiosos nas redes sociais. Defensores da mudança afirmam que fatores como saúde, deslocamento, segurança e convivência familiar justificam o ajuste, sem que haja orientação bíblica específica sobre o horário dos cultos. Outros veem o ajuste como desnecessário ou inadequado para quem não torce.
Entre os apoiadores, o pastor Silas Malafaia informou que a Vitória em Cristo no Rio de Janeiro cancelou o culto noturno por questões de mobilidade dos fiéis, que costumam chegar por diferentes meios de transporte. Ele destacou ainda que não tem oposição a realizar cultos no horário do jogo para quem chegar de carro.
Reações divergentes também surgem de fiéis e líderes locais. A 1ª Igreja Batista de Guarulhos anunciou transmissão do jogo dentro do templo e, ao final, a continuidade da celebração com pregação. O pastor Bruno Ramos frisou que a missão é manter a honra e glória de Jesus, mesmo assistindo ao Brasil na Copa.
Alguns religiosos ressaltam que a Copa não é vista como pecado e defendem a liberdade para acompanhar o mundial sem abandonar a fé. A discussão acompanha a retomada de eventos religiosos com maior adesão de fiéis, marcada por posicionamentos variados sobre equilíbrio entre culto e lazer esportivo.
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