- Denúncias anônimas reduziram a segurança no 1º Distrito Policial de São Caetano do Sul e apontaram a possibilidade de resgate de dois suspeitos do atentado contra o tenente da Rota, Ronickson Pimentel dos Santos.
- Os dois suspeitos — Marcos Vinícius Dias Machado, 40 anos, e Carlos Roberto Ferreira, 52 — estão presos temporariamente no distrito policial do ABC desde o dia 28.
- O tenente Ronickson Pimentel dos Santos permanece internado em estado grave; ele é irmão de Eloá Pimentel, assassinada em 2008.
- Hércules da Costa Siqueira, conhecido como Golias, é apontado como principal suspeito de atirar contra o tenente; ele está foragido desde sexta-feira, 3 de julho, e câmeras o mostraram fugindo com a esposa e as duas filhas.
- A última passagem possível de Golias e familiares identificada pelas forças de segurança foi uma pousada em Peruíbe, ligada a Elenilson Misael da Silva, conhecido como Galego, que morreu em confronto com a Rota na quinta-feira, 2 de julho.
A Polícia Militar confirmou alerta de possível resgate de dois suspeitos de envolvimento no atentado contra um tenente da Rota, ferido na cabeça. A ocorrência ocorreu no 1º DP de São Caetano do Sul, região do ABC, com denúncias anônimas que levaram ao reforço da segurança no local.
Dois homens, Marcos Vinícius Dias Machado, 40, e Carlos Roberto Ferreira, 52, foram presos temporariamente no último dia 28 no ABC. Segundo informações, eles são apontados como participantes do atentado contra o tenente Ronickson Pimentel dos Santos, que continua internado em estado grave.
O tenente é irmão de Eloá Pimentel, assassinada em 2008 após cárcere privado. A investigação aponta que Golias, principal suspeito de atirar contra o oficial, está foragido desde a sexta-feira, 3 de julho, e teve seus contatos encontrados nos celulares da dupla detida.
Golias foi flagrado por câmeras de monitoramento fugindo com a esposa e as duas filhas, menores de idade. A última linha de avanço das forças de segurança aponta uma pousada em Peruíbe como possível ponto de passagem, ligada a Elenilson Misael da Silva, conhecido como Galego.
Caso segue em apuração pela Secretaria da Segurança Pública e pela Polícia Civil. O DHPP investiga as circunstâncias do atentado e os desdobramentos envolvendo as prisões temporárias. A SSP não informou novas datas de diligências ou prisões adicionais.
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