- Dois professores da USP, Paulo Artaxo e Pedro Luiz Côrtes, comentaram na TV USP e na Rádio USP sobre a COP27 e a participação do futuro presidente Lula.
- Lula afirmou em seu discurso na COP27, realizada no Egito, que o mundo tem pressa de ver o Brasil participando novamente das discussões sobre o futuro do planeta.
- Ao retornar ao Brasil, Artaxo disse que o Brasil voltou a ser respeitado como interlocutor, destacando o papel de Lula.
- Artaxo havia comentado previamente, diretamente do Egito, sobre o andamento da COP27 em entrevista ao programa Diálogos na USP.
- Côrtes ressaltou que a floresta é um grande laboratório farmacêutico, com potencial para combater doenças, em entrevista à Rádio USP.
Dois professores da USP, Paulo Artaxo e Pedro Luiz Côrtes, falaram com a TV USP e a Rádio USP sobre a COP27 e a participação do futuro presidente Lula. O encontro ocorreu em Sharm El Sheik, no Egito, onde discutiram as negociações climáticas e o papel do Brasil no debate internacional.
Lula, eleito presidente, foi convidado para a COP27 mesmo antes da posse, sinalizando que o mundo espera o Brasil de volta às discussões globais sobre o clima. A leitura dos gestores públicos para o evento foi apresentada pela comunidade acadêmica em entrevistas já veiculadas.
Artaxo afirmou, ao retornar ao Brasil, que Lula consolidou o Brasil como interlocutor relevante nas pautas climáticas. O professor ressaltou a importância do papel institucional do governo na liderança de debates internacionais sobre o tema.
Côrtes comentou, em entrevista à Rádio USP, que a floresta amazônica pode atuar como laboratório para o desenvolvimento de tratamentos médicos, ressaltando o tema ambiental presente nas discussões da COP27. As entrevistas foram veiculadas pela TV e pela Rádio da USP.
As entrevistas completas estão disponíveis nas plataformas da USP, onde os trechos discutem os debates da COP27 e a participação de Lula no evento. O material faz parte da cobertura sobre o retorno do Brasil às discussões globais sobre o clima.
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