O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, contatou o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, e o presidente Joe Biden para expressar gratidão pela ajuda na negociação do cessar-fogo em Gaza e na libertação de reféns. Em comunicado, Netanyahu destacou o compromisso de trazer todos os reféns de volta e agradeceu a Trump por sua assistência, […]
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, contatou o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, e o presidente Joe Biden para expressar gratidão pela ajuda na negociação do cessar-fogo em Gaza e na libertação de reféns. Em comunicado, Netanyahu destacou o compromisso de trazer todos os reféns de volta e agradeceu a Trump por sua assistência, mencionando que ambos discutiram um possível encontro em Washington, DC. A conversa com Biden também foi reconhecida, mas sem detalhes adicionais.
Durante uma reunião entre Netanyahu e o enviado de Trump, Steve Witkoff, o negociador de Biden, Brett McGurk, participou por viva-voz, simbolizando uma colaboração incomum entre as administrações. Após o anúncio do acordo, tanto Trump quanto Biden reivindicaram crédito pelas negociações. Trump afirmou que o acordo era resultado de sua vitória nas eleições, enquanto Biden elogiou o trabalho de sua equipe diplomática, descrevendo as negociações como desafiadoras.
A pressão de Trump para um acordo antes de sua posse pode ter influenciado as decisões do Hamas. O acordo de cessar-fogo, que prevê a libertação de trinta e três reféns, pode não ser implementado antes da posse de Trump, com a proposta atual prevendo um prazo de seis semanas. McGurk focou nos detalhes do acordo, enquanto Witkoff enfatizou a urgência da situação para Netanyahu.
Apesar das tensões políticas, Biden reconheceu a cooperação entre as equipes e afirmou que o acordo foi desenvolvido sob sua administração, mas será implementado durante o governo de Trump. Ambos os líderes expressaram otimismo sobre a libertação dos reféns, com Trump destacando os avanços feitos mesmo antes de assumir a presidência. A colaboração entre as administrações, embora temporária, demonstrou que é possível trabalhar em conjunto em momentos críticos.
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