O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acusou o Hamas, nesta quinta-feira, 16, de tentar alterar os termos do acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, que foi anunciado pelo Catar na quarta-feira. A trégua está prevista para iniciar no próximo domingo. O gabinete de Netanyahu alegou que o grupo extremista busca “extorquir concessões de última […]
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, acusou o Hamas, nesta quinta-feira, 16, de tentar alterar os termos do acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, que foi anunciado pelo Catar na quarta-feira. A trégua está prevista para iniciar no próximo domingo. O gabinete de Netanyahu alegou que o grupo extremista busca “extorquir concessões de última hora”, embora não tenha fornecido detalhes sobre as mudanças propostas.
Em resposta à situação, que Netanyahu classificou como uma “crise de última hora”, o governo israelense decidiu adiar uma reunião programada para discutir a aprovação do cessar-fogo. Um comunicado oficial informou que “o gabinete israelense não se reunirá até que os mediadores notifiquem Israel de que o Hamas aceitou todos os termos do acordo”.
Izzat al-Rishq, membro da ala política do Hamas, declarou à agência Reuters que o grupo “está comprometido com o acordo de cessar-fogo anunciado pelos mediadores”. No entanto, a situação em Gaza permanece tensa, com ataques aéreos israelenses resultando em dezenas de mortes desde o anúncio do acordo. Autoridades locais relataram que 73 pessoas foram mortas nos bombardeios, incluindo mulheres e crianças, evidenciando a gravidade da situação humanitária no enclave controlado pelo Hamas.
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