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Cessar-fogo em Gaza é sinal da ‘persistência da resistência’, afirma líder do Hezbollah

- Naim Qassem, líder do Hezbollah, elogiou o cessar-fogo em Gaza, destacando a resistência. - Ele afirmou que o acordo demonstra a falha de Israel em atingir seus objetivos. - O cessar-fogo entre Israel e Hezbollah foi mediado por EUA e França em novembro. - Qassem pediu ao Estado libanês que responda firmemente a mais de 100 violações. - O Hezbollah, apoiado pelo Irã, reafirma seu papel na luta contra Israel na região.

O chefe do Hezbollah, Naim Qassem, parabenizou os palestinos pelo acordo de cessar-fogo em Gaza, celebrado na última quarta-feira, 15 de maio de 2024. Em seu discurso, Qassem destacou que o acordo demonstra a “persistência da resistência” contra Israel, refletindo a força dos grupos militantes na região. Esses comentários marcam a primeira manifestação pública do […]

O chefe do Hezbollah, Naim Qassem, parabenizou os palestinos pelo acordo de cessar-fogo em Gaza, celebrado na última quarta-feira, 15 de maio de 2024. Em seu discurso, Qassem destacou que o acordo demonstra a “persistência da resistência” contra Israel, refletindo a força dos grupos militantes na região. Esses comentários marcam a primeira manifestação pública do líder do Hezbollah desde o fechamento do acordo.

Qassem comparou o novo acordo ao proposto em maio de 2024, afirmando que ele evidencia a capacidade dos grupos de resistência em alcançar seus objetivos, enquanto Israel não obteve sucesso em suas intenções. O cessar-fogo em Gaza ocorre em um contexto de tensões contínuas entre Israel e Hezbollah, que já havia estabelecido um cessar-fogo em um conflito paralelo em novembro.

Esse cessar-fogo, mediado pelos Estados Unidos e França, estipula a retirada das forças israelenses do sul do Líbano em um prazo de 60 dias, além da remoção dos combatentes e armamentos do Hezbollah da mesma área. Desde a implementação do acordo, ambos os lados têm se acusado mutuamente de violações, com Qassem alertando para mais de 100 violações já registradas.

O líder do Hezbollah também fez um apelo ao Estado libanês para que tome medidas firmes contra essas violações, enfatizando a necessidade de não testar a paciência do grupo. A situação continua tensa, com a comunidade internacional observando de perto o desenrolar dos eventos na região.

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