Israel aprovou um acordo de cessar-fogo com o Hamas, que inclui a libertação de 33 cativos, vivos ou mortos, e centenas de prisioneiros palestinos, além da entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza. Entre os cativos estão Hisham al-Sayed e Avera Mengistu, ambos com transtornos mentais e capturados há cerca de dez anos. O […]
Israel aprovou um acordo de cessar-fogo com o Hamas, que inclui a libertação de 33 cativos, vivos ou mortos, e centenas de prisioneiros palestinos, além da entrada de ajuda humanitária na Faixa de Gaza. Entre os cativos estão Hisham al-Sayed e Avera Mengistu, ambos com transtornos mentais e capturados há cerca de dez anos. O governo israelense reconheceu oficialmente a família de Hisham como vítima de terrorismo após o ataque do Hamas em outubro de 2023.
Hisham al-Sayed, um beduíno árabe-israelense, foi sequestrado em 2014. Segundo o jornal Haaretz, ele é considerado um civil isento do serviço militar, apesar das alegações do Hamas de que ele seria soldado. O último sinal de vida de Hisham foi em 2022, quando o Hamas divulgou um vídeo dele em estado crítico. Sua família não teve mais notícias desde então. O pai de Hisham, Sha’ban al-Sayed, comentou que a inclusão de seu filho no acordo pareceu uma coincidência.
Avera Mengistu, cidadão etíope-israelense, foi sequestrado em 2015 e também apresenta transtornos mentais. Assim como Hisham, sua família só voltou a falar sobre ele após os eventos de outubro de 2023. O Hamas alega que Avera é soldado, mas a Human Rights Watch o considera um civil. O Exército de Israel encontrou informações sobre Avera durante a guerra, indicando que ele está vivo, mas em estado grave.
Gil Elias, parente de Avera, informou que, apesar das esperanças de resgate, a saúde dele é precária. Ele mencionou que Avera foi transferido para os túneis do Hamas após o início das operações do Exército de Israel em Gaza. A situação de ambos os cativos levanta preocupações sobre suas condições de saúde física e mental, com familiares temendo por suas vidas.
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