Nos cinco anos desde que a Grã-Bretanha deixou formalmente a União Europeia em 31 de janeiro de 2020, três aspectos se tornaram evidentes. Primeiro, o Brexit trouxe custos, especialmente nas exportações de bens, sem benefícios significativos que os compensassem. Essa situação deve preocupar Rachel Reeves, a chanceler, que busca maneiras de estimular uma economia quase […]
Nos cinco anos desde que a Grã-Bretanha deixou formalmente a União Europeia em 31 de janeiro de 2020, três aspectos se tornaram evidentes. Primeiro, o Brexit trouxe custos, especialmente nas exportações de bens, sem benefícios significativos que os compensassem. Essa situação deve preocupar Rachel Reeves, a chanceler, que busca maneiras de estimular uma economia quase estagnada. Em segundo lugar, a situação geopolítica se deteriorou, com a guerra da Rússia na Ucrânia, a crescente assertividade da China e o retorno de Donald Trump nos Estados Unidos, tornando menos atraente a ideia de agir de forma isolada na Europa. Por fim, a opinião pública mudou consideravelmente, com muitos agora acreditando que o Brexit foi um erro, preferindo uma aproximação maior com a Europa em vez de com os Estados Unidos.
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