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Viktor Orbán elogia Trump por congelar ajuda da Usaid e critica o Tribunal Penal Internacional

- O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, apoiou Donald Trump em ações contra o TPI. - Orbán criticou a Usaid, alegando financiamento de "ultraprogressistas" na Hungria. - Ele sugeriu que a Hungria poderia sair do TPI, sob sanções dos EUA. - O TPI, fundado por 123 países, não inclui EUA e Israel, que contestam sua jurisdição. - O decreto de Trump visa congelar contas de indivíduos ligados a investigações do TPI.

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, manifestou apoio às ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que decidiu congelar a ajuda internacional, especialmente a da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid). Em declarações feitas na rede X, nesta sexta-feira, Orbán criticou a Usaid por supostamente financiar a mídia de esquerda na Hungria […]

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, manifestou apoio às ações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que decidiu congelar a ajuda internacional, especialmente a da Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (Usaid). Em declarações feitas na rede X, nesta sexta-feira, Orbán criticou a Usaid por supostamente financiar a mídia de esquerda na Hungria e elogiou Trump por expor o que chamou de “conspiração obscura”. Ele afirmou que a administração anterior dos EUA o rotulou de “disruptor do ano”.

Orbán também levantou a possibilidade de a Hungria se retirar do Tribunal Penal Internacional (TPI), que recentemente sofreu sanções impostas por Trump. O premier húngaro questionou a participação da Hungria em uma organização que, segundo ele, está sob sanções dos EUA, referindo-se a isso como um “Trump-tornado”. O TPI, que conta com a adesão de 123 países, não inclui os Estados Unidos e Israel, que também se opõem ao tribunal.

O decreto de Trump, que foi esperado desde sua posse, visa indivíduos que ajudaram o TPI em investigações sobre cidadãos americanos e aliados, incluindo mandados de prisão contra o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu. Trump argumenta que o TPI não tem jurisdição sobre os Estados Unidos ou Israel, pois ambos não são signatários do Estatuto de Roma, que rege o tribunal.

Além de criticar o TPI, Orbán anunciou que convidaria Netanyahu para protestar contra os mandados de prisão emitidos pelo tribunal, que incluem acusações de crimes de guerra. A Hungria, assim como os EUA, expressou sua discordância em relação ao TPI, alinhando-se com a postura de Trump em relação à organização internacional.

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