O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) enfrenta críticas após a recente mudança do nome do Golfo do México para “Golfo da América”, resultando em inconsistências no seu mapa. Os erros, que se tornaram virais nas redes sociais na sexta-feira, 14, incluem representações incorretas de países como Brasil, Israel e Reino Unido. O USGS, conhecido […]
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS) enfrenta críticas após a recente mudança do nome do Golfo do México para “Golfo da América”, resultando em inconsistências no seu mapa. Os erros, que se tornaram virais nas redes sociais na sexta-feira, 14, incluem representações incorretas de países como Brasil, Israel e Reino Unido. O USGS, conhecido por suas pesquisas em geografia e geologia, também é famoso por monitorar terremotos globalmente.
Entre os erros mais notáveis, o Brasil aparece banhado pelo Oceano Pacífico, em vez do Atlântico, e a distorção se repete em outras áreas, como no Mar Mediterrâneo. Em Israel, uma região foi marcada como “No man’s land”, enquanto a Cisjordânia e a Faixa de Gaza são mostradas como território em disputa. Essa área, que foi desmilitarizada após a Guerra Árabe-Israelense de 1948, não existe mais desde que Israel assumiu o controle em 1967.
No Reino Unido, o mapa apresenta o território dividido por uma faixa de água, e várias áreas costeiras estão distorcidas, levando a representações errôneas de cidades, como Amsterdã, que aparece parcialmente inundada. Esses problemas surgem em uma ferramenta que permite visualizar o mapa topográfico do planeta, evidenciando falhas significativas na representação geográfica.
A mudança de nome do golfo, promovida pelo ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi justificada como uma questão de justiça e estética. O Golfo da América, que possui uma área de aproximadamente 1,55 milhão de km², é cercado por terras da América do Norte e Central e é rico em recursos naturais. Após a alteração, o Google passou a exibir ambos os nomes para usuários fora dos EUA, enquanto a Casa Branca limitou o acesso de jornalistas da Associated Press, que continuaram a usar o nome original.
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