O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou seu compromisso de buscar o fim da guerra na Ucrânia, embora os detalhes sobre como isso será alcançado ainda não tenham sido divulgados. A Casa Branca estabeleceu um prazo de 100 dias para que seu enviado especial inicie conversas com os líderes russos e ucranianos. Um plano […]
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou seu compromisso de buscar o fim da guerra na Ucrânia, embora os detalhes sobre como isso será alcançado ainda não tenham sido divulgados. A Casa Branca estabeleceu um prazo de 100 dias para que seu enviado especial inicie conversas com os líderes russos e ucranianos. Um plano de paz deve ser apresentado durante a Conferência de Segurança de Munique, na Alemanha. A deputada ucraniana Yevheniia Kravchuk expressou otimismo, afirmando que 2025 pode ser um ano decisivo para a guerra, mas enfatizou que a Ucrânia não aceitará ceder territórios à Rússia.
Kravchuk destacou que o que está em jogo vai além de um simples cessar-fogo, envolvendo garantias de uma paz duradoura e condições para a reconstrução do país. Recentemente, Trump conversou com Vladimir Putin e Volodymyr Zelensky, iniciando discussões sobre o fim do conflito. No entanto, a situação permanece tensa, com ações militares russas, como o envio de drones para a usina de Chernobyl, levantando preocupações sobre a disposição de Moscou para a paz.
A deputada também comentou sobre a adesão da Ucrânia à OTAN, afirmando que a segurança do país depende dessa integração. Apesar da resistência russa, ela lembrou que a Finlândia se juntou à aliança durante a invasão russa sem objeções. Kravchuk reiterou que a Ucrânia não reconhecerá os territórios ocupados como parte da Rússia, defendendo a integridade territorial do país conforme estabelecido na constituição.
Sobre a ajuda militar, Kravchuk ressaltou que os Estados Unidos são o maior fornecedor de apoio à Ucrânia, com itens essenciais que não podem ser substituídos por ajuda europeia. A deputada também comentou sobre a proposta de Trump de condicionar a ajuda à exploração de terras raras, afirmando que a Ucrânia está aberta a parcerias, mas que a cooperação deve ser mútua e benéfica para ambas as partes.
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