O Reino Unido e a França estão colaborando com a Ucrânia em um plano para encerrar os combates com a Rússia, conforme declarado pelo primeiro-ministro britânico Keir Starmer à BBC. A iniciativa foi anunciada antes de uma cúpula em Londres, onde cerca de 15 líderes aliados da Ucrânia se reunirão para discutir segurança e apoio […]
O Reino Unido e a França estão colaborando com a Ucrânia em um plano para encerrar os combates com a Rússia, conforme declarado pelo primeiro-ministro britânico Keir Starmer à BBC. A iniciativa foi anunciada antes de uma cúpula em Londres, onde cerca de 15 líderes aliados da Ucrânia se reunirão para discutir segurança e apoio ao país. Starmer destacou que o plano será discutido com os Estados Unidos, liderados pelo presidente Donald Trump.
Os líderes da França, Emmanuel Macron, e da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, também viajaram a Washington para buscar uma solução pacífica para o conflito, que já dura três anos. A cúpula em Londres contará com a presença de líderes de diversos países europeus e representantes da OTAN e da União Europeia, com foco no fortalecimento da posição da Ucrânia e no aumento da pressão econômica sobre a Rússia.
A aproximação entre Trump e o presidente russo, Vladimir Putin, gerou preocupações, especialmente após uma discussão tensa entre Trump e Zelensky na Casa Branca. O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, comentou que a nova política dos EUA em relação à Rússia está alinhada com a visão de Moscou. Zelensky, que recebeu apoio de líderes europeus e do presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, chegou a Londres para a cúpula e se reuniu com Starmer, que reafirmou o compromisso do Reino Unido em apoiar a Ucrânia.
Após a reunião, os governos britânico e ucraniano assinaram um acordo de empréstimo de 2,26 bilhões de libras para fortalecer as capacidades de defesa da Ucrânia. Zelensky afirmou que os recursos serão utilizados para a construção de armas no país. A cúpula em Londres precede outra reunião em Bruxelas, marcada para 6 de março, onde Zelensky enfatizou a importância do apoio de Trump, apesar das tensões recentes. A Rússia, por sua vez, criticou a visita de Zelensky a Washington, considerando-a um “fracasso político e diplomático”.
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