Após intensa pressão dos Estados Unidos, a Ucrânia retornará às negociações com a Rússia na próxima semana. O encontro, agendado para terça-feira, 11 de março, ocorrerá na Arábia Saudita, com a presença do presidente ucraniano Volodimir Zelenski e do enviado especial americano para o Oriente Médio, Steve Witkoff. A pauta incluirá um “acordo de paz […]
Após intensa pressão dos Estados Unidos, a Ucrânia retornará às negociações com a Rússia na próxima semana. O encontro, agendado para terça-feira, 11 de março, ocorrerá na Arábia Saudita, com a presença do presidente ucraniano Volodimir Zelenski e do enviado especial americano para o Oriente Médio, Steve Witkoff. A pauta incluirá um “acordo de paz e um primeiro cessar-fogo”. Zelenski se reunirá um dia antes com o príncipe saudita Mohammed bin Salman.
Durante uma reunião com líderes europeus, Zelenski condicionou um cessar-fogo à suspensão de ataques à infraestrutura civil e à libertação de prisioneiros de guerra. Ele também reiterou a necessidade de “garantias de segurança”, o que gerou descontentamento em Donald Trump e complicou as negociações com os EUA. Os líderes europeus se mostraram dispostos a oferecer essas garantias, mas enfatizaram a importância do apoio americano.
Witkoff também mencionou que um acordo sobre minerais críticos será discutido na Arábia Saudita, com Trump expressando satisfação pelo pedido de desculpas de Zelenski. O governo americano vê esse acordo como uma contrapartida à ajuda militar à Ucrânia e um passo em direção à paz. Trump anunciou que planeja viajar à Arábia Saudita para firmar um acordo de investimentos, incluindo a venda de equipamentos militares.
Zelenski confirmou que se reunirá com “parceiros americanos” na Arábia Saudita após encontros com líderes europeus, destacando a urgência de um acordo de paz. Ele classificou as reuniões como “produtivas” e afirmou que a Ucrânia está comprometida em trabalhar incessantemente pela paz, ressaltando a necessidade de garantir a segurança dos ucranianos.
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