Pelo menos 25 pessoas morreram na Ucrânia devido à mais recente onda de ataques russos, conforme informaram autoridades ucranianas. Um ataque na região de Donetsk resultou na morte de 11 pessoas e deixou 40 feridos, incluindo seis crianças. Outros locais, como Kharkiv e Odesa, também foram atingidos, com danos a residências e infraestrutura. A intensificação […]
Pelo menos 25 pessoas morreram na Ucrânia devido à mais recente onda de ataques russos, conforme informaram autoridades ucranianas. Um ataque na região de Donetsk resultou na morte de 11 pessoas e deixou 40 feridos, incluindo seis crianças. Outros locais, como Kharkiv e Odesa, também foram atingidos, com danos a residências e infraestrutura. A intensificação dos ataques ocorre em meio à pausa dos EUA no envio de ajuda militar e compartilhamento de inteligência com Kyiv.
Os ataques mais mortais aconteceram na noite de sexta-feira na cidade de Dobropillya, onde dois mísseis balísticos atingiram oito prédios residenciais e um centro comercial. Após a chegada dos serviços de emergência, um novo ataque russo visou os socorristas, segundo o presidente Volodymyr Zelensky. Ele afirmou que esses ataques demonstram que os objetivos da Rússia permanecem inalterados. Outros ataques na região resultaram em mais nove mortes e 13 feridos.
Na manhã de sábado, drones atingiram uma empresa em Bohodukhiv, na região de Kharkiv, matando três pessoas e ferindo sete. Em Odesa, um ataque de drone danificou infraestrutura civil e energética, sendo este o sétimo ataque ao sistema energético da região em três semanas, segundo a empresa de energia DTEK. A Rússia, por sua vez, afirmou ter interceptado 31 drones ucranianos durante a noite.
Enquanto isso, o ex-presidente Donald Trump comentou que está achando mais difícil lidar com a Ucrânia do que com a Rússia em tentativas de mediação. Ele mencionou que os EUA estão “indo muito bem com a Rússia” e que pode ser mais fácil negociar com Moscou do que com Kyiv. Além de suspender a ajuda militar, os EUA também restringiram o acesso da Ucrânia a algumas imagens de satélite, conforme relatou a empresa de tecnologia espacial Maxar.
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