As forças armadas de Israel intensificaram suas operações em Gaza, realizando uma incursão no norte do território para ampliar uma zona de segurança. Essa ação ocorreu após o governo israelense anunciar planos de ocupar áreas significativas no sul. Durante a operação em Shejaia, um subúrbio da Cidade de Gaza, os militares permitiram que civis deixassem a região por rotas organizadas. No entanto, um ataque aéreo em um prédio escolar resultou na morte de pelo menos 27 pessoas, incluindo mulheres e crianças que buscavam abrigo.
Em Khan Younis, um ataque aéreo matou mais de dezessete pessoas, algumas delas da mesma família, enquanto os resgates continuavam entre os escombros. Desde o fim do cessar-fogo com o Hamas, cerca de 280 mil palestinos foram deslocados, segundo a ONU. Israel impôs um bloqueio de um mês, restringindo alimentos e ajuda humanitária, o que gerou críticas de grupos de direitos humanos, que consideram a medida uma violação das leis de guerra.
Israel afirmou que suas operações visam pressionar o Hamas a liberar reféns e desmantelar sua infraestrutura. O governo israelense alega que o prédio da escola atacada era utilizado como centro de comando pelos militantes, enquanto o Hamas nega operar entre civis. A situação humanitária em Gaza se deteriora rapidamente, com a população enfrentando escassez de suprimentos básicos.
O conflito, que começou com um ataque do Hamas em outubro de 2023, já resultou na morte de mais de cinquenta mil palestinos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Israel, por sua vez, afirma ter eliminado cerca de vinte mil militantes, embora não tenha apresentado evidências concretas. A guerra continua a devastar a região, com a maioria da população de Gaza deslocada e a infraestrutura em ruínas.
As forças armadas de Israel intensificaram suas operações em Gaza, realizando uma incursão no norte do território para ampliar uma zona de segurança. A ação ocorreu após o governo israelense anunciar planos de ocupar áreas significativas no sul. Durante a operação em Shejaia, um subúrbio da Cidade de Gaza, os militares permitiram que civis deixassem a região por rotas organizadas. No entanto, um ataque aéreo em um prédio escolar resultou na morte de pelo menos 27 pessoas, incluindo mulheres e crianças, que buscavam abrigo.
Em Khan Younis, um ataque aéreo matou mais de dezessete pessoas, algumas delas da mesma família, enquanto os resgates continuavam entre os escombros. Desde o fim do cessar-fogo com o Hamas, cerca de 280 mil palestinos foram deslocados, segundo a ONU. Israel impôs um bloqueio de um mês, restringindo alimentos e ajuda humanitária, o que gerou críticas de grupos de direitos humanos, que consideram a medida uma violação das leis de guerra.
Israel afirmou que suas operações visam pressionar o Hamas a liberar reféns e desmantelar sua infraestrutura. O governo israelense alega que o prédio da escola atacada era utilizado como centro de comando pelos militantes, enquanto o Hamas nega operar entre civis. A situação humanitária em Gaza se deteriora rapidamente, com a população enfrentando escassez de suprimentos básicos.
O conflito, que começou com um ataque do Hamas em outubro de 2023, já resultou na morte de mais de cinquenta mil palestinos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza. Israel, por sua vez, afirma ter eliminado cerca de vinte mil militantes, embora não tenha apresentado evidências concretas. A guerra continua a devastar a região, com a maioria da população de Gaza deslocada e a infraestrutura em ruínas.
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