O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, se reuniu com um enviado do presidente russo, Vladimir Putin, para discutir a urgência de avançar nas negociações de paz sobre a guerra na Ucrânia. Durante uma reunião em Bruxelas com ministros das Relações Exteriores da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Rubio afirmou que o tempo está se esgotando e que os Estados Unidos esperam ver “passos concretos” nas próximas semanas. Ele expressou frustração com a postura da Rússia, que, segundo líderes ucranianos e europeus, estaria protelando as negociações.
Os ministros da Otan culparam a Rússia por dificultar os esforços de paz e pediram uma pressão mais firme sobre Moscou. O ministro das Relações Exteriores britânico, David Lammy, criticou Putin por não aceitar um cessar-fogo e continuar os bombardeios. A Ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, também se manifestou, chamando as promessas de Putin de “vazias” e alertando sobre suas constantes novas exigências.
A Rússia, por meio de seu enviado, Kirill Dmitriev, afirmou que o cessar-fogo sobre a infraestrutura energética é um sinal de progresso, mas a Otan vê isso com ceticismo. A convocação de recrutas pela Rússia e a insistência em que um acordo deve abordar as “causas fundamentais” do conflito indicam que os objetivos de Moscou permanecem inalterados, dificultando a busca por uma solução duradoura. A situação continua tensa, com a expectativa de que as negociações avancem em breve.
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, anunciou que se reuniu com um enviado do presidente russo, Vladimir Putin, para discutir a necessidade urgente de avançar nas negociações de paz para a Ucrânia. Durante uma reunião em Bruxelas com ministros das Relações Exteriores da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Rubio enfatizou que o tempo está se esgotando para um acordo, afirmando que “esse momento está chegando” e que os EUA esperam ver “passos concretos” nas próximas semanas.
Rubio expressou frustração com a postura da Rússia, que, segundo líderes ucranianos e europeus, estaria protelando as negociações, acreditando que o tempo é seu aliado. Apesar disso, o alto funcionário da Otan destacou que a Rússia parece disposta a dialogar, mas não a negociar de forma genuína. A situação é complicada por um cessar-fogo recente que, embora tenha sido anunciado, não está sendo respeitado, com a Rússia continuando a realizar ataques.
Os ministros da Otan culparam a Rússia por frustrar os esforços de paz e pediram uma pressão mais firme sobre Moscou. O ministro das Relações Exteriores britânico, David Lammy, criticou Putin por não aceitar um cessar-fogo e continuar os bombardeios. A Ministra das Relações Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, também se manifestou, chamando as promessas de Putin de “vazias” e alertando sobre suas constantes novas exigências.
Enquanto isso, a Rússia, por meio de seu enviado, Kirill Dmitriev, afirmou que o cessar-fogo sobre a infraestrutura energética é um sinal de progresso, mas a Otan vê isso com ceticismo. A convocação de recrutas pela Rússia e a insistência em que um acordo deve abordar as “causas fundamentais” do conflito indicam que os objetivos de Moscou permanecem inalterados, dificultando a busca por uma solução duradoura.
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