O governo brasileiro planeja propor à Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) uma candidatura única para o cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que será preenchido em 2026. A proposta busca fortalecer a ideia de rotatividade do cargo entre as regiões do mundo, conforme explicou a embaixadora Gisela Padovan, do Ministério de Relações Exteriores. O último latino-americano a ocupar a posição foi o peruano Javier Pérez de Cuéllar, que exerceu a função entre mil novecentos e oitenta e dois e mil novecentos e noventa e um.
Além de buscar uma candidatura unificada, o Brasil pretende considerar um nome feminino para o cargo, embora haja divergências entre os países sobre a questão de gênero. Entre as possíveis candidatas estão a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, e a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet. As discussões sobre a proposta brasileira terão início em Honduras na próxima quarta-feira, dia nove, com a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que viajará ao país nesta terça-feira, dia oito.
A proposta surge em um contexto de críticas à ONU, que, segundo o governo brasileiro, perdeu relevância no enfrentamento de crises globais, especialmente após os conflitos entre Rússia e Ucrânia e Israel e Palestina. O governo brasileiro também destaca a falta de representatividade de países subdesenvolvidos na organização, o que tem gerado pedidos de reforma do Conselho de Segurança.
A escolha do novo secretário-geral da ONU ocorrerá em 2026, com a apresentação de candidatos indicados pelos países membros. O Conselho de Segurança, composto por quinze países, incluindo cinco com poder de veto, será responsável por avaliar e recomendar o nome escolhido à Assembleia Geral, que formaliza a votação. A proposta do Brasil visa não apenas uma candidatura unificada, mas também uma maior representatividade para a América Latina e o Caribe na ONU.
O governo brasileiro planeja apresentar uma proposta à Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac) para que os países da região se unam em uma candidatura única ao cargo de secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU). O atual secretário-geral, António Guterres, encerrará seu mandato em 2026. A iniciativa busca reforçar o entendimento informal de rotatividade do cargo entre as regiões do mundo, conforme explicou a embaixadora Gisela Padovan, do Ministério de Relações Exteriores.
A embaixadora destacou que a proposta do Brasil visa aumentar as chances de uma candidatura latino-americana, já que o último a ocupar o cargo foi o peruano Javier Pérez de Cuéllar, entre mil novecentos e oitenta e dois e mil novecentos e noventa e um. Além disso, o Brasil pretende considerar um nome feminino para a candidatura, embora haja divergências entre os países sobre a questão de gênero. Entre as possíveis candidatas estão a primeira-ministra de Barbados, Mia Mottley, e a ex-presidente do Chile, Michelle Bachelet.
As discussões sobre a proposta brasileira terão início em Honduras na próxima quarta-feira, dia nove. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva viajará ao país nesta terça-feira, dia oito, para participar das conversas. A sugestão surge em um contexto de críticas à ONU, que, segundo o governo brasileiro, perdeu relevância no enfrentamento de crises globais, especialmente após os conflitos entre Rússia e Ucrânia e Israel e Palestina.
A escolha do novo secretário-geral da ONU ocorrerá em 2026, com a apresentação de candidatos indicados pelos países membros. O Conselho de Segurança, composto por quinze países, incluindo cinco com poder de veto, será responsável por avaliar e recomendar o nome escolhido à Assembleia Geral, que formaliza a votação. A proposta do Brasil, portanto, busca não apenas uma candidatura unificada, mas também uma maior representatividade para a América Latina e o Caribe na ONU.
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