Desde a posse de Donald Trump, a política dos Estados Unidos adotou uma visão binária sobre gênero, excluindo identidades como a das pessoas trans. Em sua cerimônia de posse, Trump afirmou que o país reconheceria apenas os gêneros masculino e feminino. Essa mudança resultou na eliminação de termos como “gênero”, “LGBT” e “feminismo” de documentos oficiais, refletindo uma tendência de censura e controle da expressão.
Recentemente, o governo de Javier Milei na Argentina e o de Vladimir Putin na Rússia implementaram proibições semelhantes ao uso de linguagem inclusiva. Milei, ao assumir a presidência, declarou que o uso de formas inclusivas, como a letra “e” e a arroba, seria banido da administração pública, alegando que isso faz parte de um “adoctrinamento do marxismo cultural”. Na Rússia, o Tribunal Supremo declarou ilegal o que chamou de Movimento LGBT Internacional, e a utilização de formas femininas no idioma foi considerada uma prática a ser perseguida.
Essas restrições ao uso da linguagem têm sido analisadas como uma forma de silenciar a dissidência e limitar a liberdade de expressão. O professor de linguística David I. Beaver destacou que a identificação de palavras proibidas cria uma divisão entre “nós” e “eles”, restringindo o direito de grupos marginalizados de se expressarem. A autocensura se torna uma consequência direta, pois o medo de represálias pode levar indivíduos a evitarem o uso de termos que são essenciais para suas identidades.
Essas ações não são novas e têm precedentes em regimes autoritários, como os de Mussolini e Hitler, que também restringiram a linguagem para moldar o pensamento público. A proibição de palavras e a censura da linguagem são vistas como ferramentas para fomentar a ignorância e dificultar a luta por direitos, tornando a reconstrução das instituições democráticas uma tarefa complexa após a queda desses regimes.
Desde a posse de Donald Trump, a política dos Estados Unidos adotou uma abordagem binária em relação ao gênero, excluindo identidades como a das pessoas trans. Em sua cerimônia de posse, Trump afirmou que o país reconheceria apenas os gêneros masculino e feminino. Essa mudança resultou na eliminação de termos como “gênero”, “LGBT” e “feminismo” de documentos oficiais, refletindo uma tendência de censura e controle da expressão.
Recentemente, o governo de Javier Milei na Argentina e o de Vladimir Putin na Rússia implementaram proibições semelhantes ao uso de linguagem inclusiva. Milei, ao assumir a presidência, declarou que o uso de formas inclusivas como a letra “e” e a arroba seria banido da administração pública, alegando que isso faz parte de um “adoctrinamento do marxismo cultural”. Na Rússia, o Tribunal Supremo declarou ilegal o que chamou de Movimento LGBT Internacional, e a utilização de formas femininas no idioma foi considerada uma prática a ser perseguida.
Essas restrições ao uso da linguagem têm sido analisadas como uma forma de silenciar a dissidência e limitar a liberdade de expressão. O professor de linguística David I. Beaver destacou que a identificação de palavras proibidas cria uma divisão entre “nós” e “eles”, restringindo o direito de grupos marginalizados de se expressarem. A autocensura se torna uma consequência direta, pois o medo de represálias pode levar indivíduos a evitarem o uso de termos que são essenciais para suas identidades.
Essas ações não são novas e têm precedentes em regimes autoritários, como os de Mussolini e Hitler, que também restringiram a linguagem para moldar o pensamento público. A proibição de palavras e a censura da linguagem são vistas como ferramentas para fomentar a ignorância e dificultar a luta por direitos, tornando a reconstrução das instituições democráticas uma tarefa complexa após a queda desses regimes.
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