Conflitos em Myanmar persistem mesmo após a junta militar e um grupo rebelde terem anunciado um cessar-fogo temporário para facilitar as operações de socorro após um terremoto de magnitude 7,7. Desde o anúncio do cessar-fogo, a junta militar realizou pelo menos 14 ataques, conforme relatórios do Escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU). A junta acusou os grupos rebeldes de provocarem os ataques, enquanto um dos grupos afirmou que os confrontos foram uma resposta às ofensivas militares.
O porta-voz do conselho militar, Major General Zaw Min Tun, afirmou que a junta responderá a qualquer ataque a suas bases. O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu a interrupção de todas as operações militares e destacou a necessidade de focar na assistência às vítimas do terremoto, além de garantir acesso irrestrito às organizações humanitárias. O terremoto, ocorrido em 28 de março, resultou em um saldo oficial de 3.564 mortos, 5.012 feridos e 210 desaparecidos.
Mais de uma semana após o desastre, equipes de resgate continuam a recuperar corpos nos escombros em Mandalay. As chuvas recentes podem dificultar os esforços de ajuda, que já enfrentam limitações impostas pela junta militar. O Escritório de Direitos Humanos da ONU ressaltou que várias áreas afetadas permanecem inacessíveis à assistência humanitária, exceto por iniciativas locais.
Antes do terremoto, cerca de 20 milhões de pessoas em Myanmar já necessitavam de ajuda humanitária. O chefe humanitário da ONU, Tom Fletcher, afirmou que as necessidades são urgentes, com a população demandando alimentos, água e abrigo. A situação se agravou, somando a crise humanitária existente ao impacto do conflito e ao desastre natural.
Conflitos continuam em Myanmar, mesmo após a junta militar e um grupo rebelde anunciarem cessar-fogo temporário para apoiar as operações de socorro após um terremoto de magnitude 7,7. Desde o anúncio do cessar-fogo, a junta militar realizou pelo menos 14 ataques, conforme relatórios do Escritório de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU). A junta acusou os grupos rebeldes de ataques, enquanto um dos grupos afirmou que os confrontos foram uma resposta às ofensivas militares.
O porta-voz do conselho militar, Major General Zaw Min Tun, declarou que a junta responderá a qualquer ataque a suas bases. O Alto Comissário da ONU para os Direitos Humanos, Volker Türk, pediu a interrupção de todas as operações militares e enfatizou a importância de focar na assistência às vítimas do terremoto, além de garantir acesso irrestrito às organizações humanitárias. O terremoto, ocorrido em 28 de março, deixou um saldo oficial de 3.564 mortos, 5.012 feridos e 210 desaparecidos.
Mais de uma semana após o desastre, equipes de resgate continuam a recuperar corpos nos escombros em Mandalay. As chuvas recentes podem dificultar os esforços de ajuda, que já enfrentam limitações impostas pela junta militar. O Escritório de Direitos Humanos da ONU destacou que várias áreas afetadas permanecem inacessíveis à assistência humanitária, exceto por iniciativas locais.
Antes do terremoto, cerca de 20 milhões de pessoas em Myanmar já necessitavam de ajuda humanitária. O chefe humanitário da ONU, Tom Fletcher, afirmou que as necessidades são urgentes, com a população demandando alimentos, água e abrigo. Após o terremoto, a situação se agravou, somando a crise humanitária existente ao impacto do conflito e ao desastre natural.
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